quarta-feira, 24 de julho de 2013

A FAMÍLIA


A família de hoje tem sofrido de mudança de valores: o que é mau está travestido de bom, e o bom, considerado fora de moda. As drogas têm se tornado uma questão de segurança nacional em todo o mundo. Dizem as estatísticas que de cada oito americanos, um é viciado em drogas. Até há poucos anos no Irã, havia uma taxa de cinco mil suicídios/ano por causa das drogas. sexo livre e irresponsável. Não é coisa nova.. Nossa cultura está saturada de sexo como bem o demonstra os títulos de alguns filmes. A experiência sexual antes do casamento e a permissividade têm virado normalidade e rotina nas novelas de TV e na vida das famílias. O homossexualismo tem sido aceito por segmentos da família brasileira sem restrições. Aliás, é chamado de "preferência ou opção sexual"(?!). O número especial de Ultimato sobre "A Questão Gay" (abril de 1987) traz um comentário sobre um documento publicado pelo Grupo Gay da Bahia. É documento dirigido aos crentes em Jesus Cristo, e tem o título O que todo crente deve saber sobre o homossexualismo apresentando um sem número de aberrações de hermenêutica bíblica. Por exemplo: "Não há na Bíblia nenhuma só vez a palavra homossexual nem homossexualidade". É verdade, mas aparecem as palavras impuros, efeminados e sodomitas.. "A prática homossexual foi proibida porque é uma relação não reprodutiva". A resposta é muito elucidativa. O homossexualismo é chamado de "amor inocente", mas a resposta se encontra em Romanos 1. 26, 27 onde a prática homossexual é chamada de torpe e depravada. O problema destes dias é condenar a conseqüência e não a fonte: condena-se a AIDS, mas não o homossexualismo, e nessa base estão as campanhas dos nossos governos pelos jornais, revistas, outdoors e TV. Lembremos que condenamos o pecado, mas amamos o pecador, por isso temos que estender-lhe a mensagem de purificação, de mudanças, de salvação em Jesus Cristo.


Reverendo Gilson de Oliveira Pastor da Igreja Presbiteriana de Nova Vida