sexta-feira, 23 de novembro de 2012

EM SE PLANTANDO, TUDO DÁ


“O que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. (II Coríntios 9:6)
  
EM SE PLANTANDO, TUDO DÁ

“Um sujeito colocou seu sítio à venda. Logo no primeiro dia apareceu um interessado:
- Bom dia, estou em busca de uma área para plantio... a terra aqui dá milho?Perguntou o visitante.
- Dá não, senhor, respondeu o proprietário.
- E feijão?Continuou o visitante.
- Não, senhor...
- E mandioca?
- Também não.
O visitante não era um “expert” em solo, mas conhecia um pouco do assunto. Ele olhou a terra ao seu redor e lhe pareceu ser terra boa. Então ele coçou a cabeça e fez a pergunta derradeira:
-  Pelo menos banana, se plantar dá, não?Banana dá em qualquer lugar...
O vendedor então concluiu:
- Ah... moço, se plantar é uma maravilha. Aí dá de tudo: banana, batata, milho, feijão, mandioca e outros trem...”

Eu tive um professor na faculdade que sempre dizia: “conhecimento não cai do céu como chuva nem nasce do chão como grama”. Quase tudo na vida é assim: colhe-se o que se planta. Portanto, só haverá em nossa igreja, em nossa família, em nossa vizinhança, em nosso ambiente de trabalho ou em qualquer outro lugar aquilo que estivermos dispostos a dar ou a fazer.

Estamos nos aproximando da assembleia geral da Igreja Água da Vida, quando vamos eleger toda a liderança para os próximos dois anos. Temos duas opções: ficar de fora e torcer para que as coisas aconteçam ou nos apresentar a Deus para fazer acontecer, sob o poder dEle.


Pr. Gerson Moura Martins
pastorgerson@aguadavida.net

domingo, 18 de novembro de 2012

O Segredo do Tesouro de Bresa



Há uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro.
Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar. Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Vejo com frequência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. As piores são as que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar. Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca. Acomodação é o maior inimigo do sucesso!!!
Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem. A pergunta importante não é "quanto vou ter?", mas sim "no que vou me transformar?" Não é "quanto vou ganhar?", mas sim "quanto vou aprender?". Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.
O porteiro do meu prédio me vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.
Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa. Produz mais? Vale mais, ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.
É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.
Como diz Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: "Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje". Esse deveria ser o foco da sua atenção. Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de "kaizen"), em diversas áreas da sua vida, sem parar.
"Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve".
Autor desconhecido 

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O ESTRANHO



O ESTRANHO Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família. O estranho aceitou e desde então tem estado conosco. Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial. Meus pais eram instrutores complementares: Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer. Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar. O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora). Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las. As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa? Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar. Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos. Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos. Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho. Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar. Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio. Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia... Seu nome? Nós o chamamos Televisor... Pede-se que este artigo seja lido em cada lar. Obs.:Agora, este Televisor tem uma esposa que se chama Computador, e um filho que se chama Celular! Acho que devemos ter muito cuidado com estes dois novatos, já que o primeiro foi a lareira da sala de visitas de nossas vidas, onde queimamos nossas raízes...

Em Busca do Boi



Conta uma história da tradição budista que um monge entrou em um vilarejo montado em um boi, e os habitantes da vila lhe perguntaram onde estava indo.
Ele então respondeu que estava em busca de um boi.
As pessoas se entreolharam, intrigadas, e então começaram a rir. O monge se foi. No dia seguinte, de novo montando um boi, o monge voltou ao vilarejo. E de novo as pessoas lhe perguntaram o que buscava.
"Procuro um boi", foi novamente a resposta. Outra vez o monge se foi, em meio ao riso de todos.
No terceiro dia o fato se repetiu: "o que busca?" e o monge, montado no boi, disse ser um boi o que buscava. Só que a piada já perdera a sua graça e as pessoas protestaram, dizendo: "olhe aqui, você é um monge, supostamente uma pessoa santa, sábia, e mesmo assim você vem aqui à procura de um boi quando, o tempo todo, é sobre um boi que você está sentado." Ao que replicou o monge: "também assim é a sua procura de Deus."
E assim é conosco. Tantas e tantas vezes saímos em busca de algo que estava conosco o tempo todo, sem que nos déssemos conta. Achamos que a nossa realização está em outro trabalho, outra profissão, outra família, outros amigos... e chegamos por vezes a partir em uma busca inútil quando, se olhássemos com um pouco mais de atenção - talvez com um pouco mais de boa vontade - para aquilo que já temos, descobriríamos que o " boi" que tanto procurávamos, estava nos carregando todo o tempo.
É preciso olhar para frente, sim, traçar metas, segui-las. Mas sem perder a noção do potencial de realização e felicidade que esta bem aqui, na nossa realidade presente.
Se você aprender a olhar para sua própria vida, pode descobrir que sua esposa, ou seu marido, ainda conserva muito daquilo que fez você se apaixonar há 10, 20, 50 anos.
Que sua profissão continua tendo muito em comum com suas ideias de vida - apesar de seu desgaste, de seu cansaço.
Que seu trabalho ainda guarda chances e as perspectivas que tanto prometiam. Estão apenas um tanto encobertas pela poeira do tempo que passou, enquanto você esteve ocupado demais para aproveitá-las.
A felicidade precisa ser perseguida. Mas muitas, muitas vezes, sofremos e choramos sentados sobre ela.
Autor desconhecido
Enviada por: Edeli Arnaldi

sábado, 10 de novembro de 2012

IEC Passa Três 115 anos de História



























O trabalho Evangélico em Passa Três, sob os auspícios da Igreja Evangélica Fluminense, teve início em 23 de junho de 1891, ocasião em que foi organizada a Congregação. Entretanto, para que nessa ocasião existissem candidatos em condições de serem batizados, cumpre esclarecer que o Evangelho foi anunciado, antes, pelo irmão José Rodrigues Martins, que contribuiu para o aparecimento dos primeiros frutos, que foram os seguintes: Manoel Rodrigues Martins, Maria Júlia Martins, José Francisco Gomes, Deolinda Gomes, Luiz Rodrigues Pereira, Cecília Rodrigues Pereira, Rosa Josefa dos Santos, Cândida Maria de Jesus, Antônio Rodrigues Cruzeiro, Maria Rodrigues Cruzeiro, Manoel José da Silva Palmeira, Rita Maria da Silva Palmeira, Isidora da Silva Palmeira, Carolina da Silva Palmeira, Justina Olinda da Silva Palmeira, Maria Cândida da Silva Palmeira, Francisco Gonçalves Marques, Maria Gonçalves Marques, Francisca Gonçalves Marques, Maria Augusta de Freitas, Manoel Dias da Silva, Arlinda Dias da Silva, Benedito Augusto de Freitas, Pedro de Freitas Aguiar e Francisco da Silva Ganância. Foram estes as primícias do trabalho em Passa Três, que foram Batizados pelo Rev. João Manoel Gonçalves dos Santos, Pastor da Igreja Evangélica Fluminense.
Em 1896, tomou conta do trabalho o Rev. Thomaz Collins Joyce. No dia 7 de Novembro do ano seguinte de 1897, foram eleitos os primeiros diáconos, a saber: José Francisco Gomes, Manoel José da Silva Palmeira, Francisco Gonçalves Marques e Manoel Rodrigues Martins, e organizada a Igreja.
Os seguintes pastores trabalharam em Passa Três: Rev. João Manoel Gonçalves dos Santos, Rev. Thomaz Collins Joyce, Rev. Antônio Marques, Rev. Walter Cooper, Rev. Joseph Orton, Rev. Jabez Wright, Rev. Manoel Marques, Rev. Fortunato Gomes da Luz, Rev. Manoel Rodrigues Martins Sobrinho, Rev. Salustiano Pereira César, Rev Jonathas Thomaz de Aquino, Rev. Octávio Luiz Vieira (a convite, periodicamente visitava essa Igreja), Rev. Leônidas Júlio de Lemos, Rev.Valdir de Moraes Vidal, Rev. José Pereira da Silva, Rev. Milton Marques, Rev Maurillo Neves Moreira e, atualmente, o Rev. Daniel Marques da Silva.

1886 – José Rodrigues Martins batiza-se na Igreja Evangélica Fluminense e passa a dar testemunho do Evangelho em Passa Três.
Em abril de 1891, o Rev. Salomão Luiz Ginsburg, visitou a congregação de Passa Três em companhia do evangelista Henrique Maxwell Wright e José Rodrigues Martins, que veio a ser o fundador da IEC em Passa Três organizada em 7 de novembro de 1897, a 3ª Igreja Congregacional mais antiga do Brasil
.1891 – Rev. João Manoel Gonçalves dos Santos, Pastor da Igreja Evangélica Fluminense, realiza os primeiros batismos e funda a Congregação.
1896 – Lança-se a pedra fundamental do primeiro templo.
1897 – O Rev. Thomaz Collins Joyce é o primeiro eleito para pastorear a Igreja. Trabalhou em Passa três de 1895 a 1898. Inaugura-se o primeiro templo em 19 de dezembro que custou à Igreja Evangélica Fluminense vinte e um contos. Organiza-se a Igreja.
1899 – A Igreja Evangélica Fluminense concede à de Passa Três completa autonomia.
1964 – O Primeiro templo rui, é demolido e se inicia a construção de novo templo, com projeto de Edelberto Ferreira de Oliveira, membro da Igreja Congregacional de Cordovil, RJ – A pedra fundamental é restaurada pela Igreja Congregacional de Braz de Pina, RJ e o novo templo embora em obras começa a ser usado.
1967 – O novo templo é concluído, custou doze mil e quinhentos cruzeiros novos e é inaugurado em 25 de novembro.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

QUE ACONTECE QUANDO A IGREJA ORA?


(Pastor Geziel Gomes)

I. EXISTEM TRÊS TIPOS BÁSICOS DE ORAÇÃO
1. A oração individual, At 9.11
2. A oração em grupo, At 16.26
3. A oração coletiva, At 2.42

II. AS GRANDES VANTAGENS DA ORAÇÃO COLETIVA
1. Ela fortalece a união do povo de Deus
2. Ela multiplica a nossa fé
3. Ela tem garantias de pronta resposta, Mt 21.22

III. TIPOS DE oração QUE A IGREJA NUNCA DEVERIA FAZER
1. A oração sem fé - ela invalida a Palavra de Deus. Tg 1.6
2. A oração sem humildade - oração de revolta. oração ou afronta?
2.1 ela despreza a vontade de Deus, Mt 6.10
2.2 ela insulta a Deus
2.3 ela cega a mente do crente, impedindo de discernir a vontade de Deus,
Rm 8.28
3. A oração sem reverencia - ela afasta a presença de Deus
4. A oração sem temor e unção do Espírito.

IV. VOCÊ SABIA QUE DEIXAR DE ORAR É UM PECADO?
1. Leia I Samuel 12.23
2. Deixar de orar é pecado de desobediência, I Ts 5.17; Lc 18.1
3. Deixar de orar é um pecado de desprezo da alma para com Deus
4. Deixar de orar é um convite a viver em incredulidade
5. Deixar de orar é perder a chave que a abre o Celeiro de Deus
6. Deixar de orar é a maneira mais perfeita de afastar-se de Deus
7. Deixar de orar significa deixar de abastecer a alma com o gozo do Céu

V. QUE ACONTECE QUANDO A IGREJA DEIXA DE ORAR?
1. O povo de Deus começa a experimentar escassez, Mt 6.11
2. Muitos dentre o povo de Deus morrem prematuramente, II Cr 16.12,13
3. Muitos que estão prestes a morrer alcançam sua cura, Is 38.1
4. A Obra de Deus sofre e se debilita, II Cr 7.14
5. A salvação de almas pode ser reduzida
6. Se a Igreja deixa de orar, suas prioridades mudam (passatempos/piadas/tv/lazer)

VI. QUE ACONTECEU QUANDO A IGREJA PRIMITIVA OROU?
1. Aconteceu um grande Movimento, At 4.31
1.a na casa:   Moveu-se o lugar em que estavam reunidos
1.b nos corações dos crentes:   Todos foram cheios do espírito Santo
1.c na Cidade:   Anunciavam com ousadia a palavra de Deus
2. Aconteceu um grande livramento, At 12.5-17
2.a Essa oração atraiu os anjos
2.b Essa oração cegou e imobilizou os guardas da prisão
2.c Essa oração abriu as portas do cárcere
3. Aconteceu um avivamento missionário
3.a Eles serviam, jejuavam e oravam
3.b O  Senhor levantou os primeiros missionários
3c. A Obra missionária nunca mais terminou





A PRÁTICA NA ORAÇÃO:
1. Definição
A prática da oração é a arte de entrar no Santo dos Santos e de se colocar na presença do próprio Deus em espírito, por meio da fé, valendo-se do sacrifício de Cristo, e falar com Deus com toda liberdade por meio da palavra audível ou silenciosa.
Conforme esta definição, qual o pré-requisito para orar?
2. Resultados da oração
A oração é um instrumento pelo qual confessamos duas coisas ao mesmo tempo: a estreiteza de nossos recursos e a extrema largueza dos recursos de poder e do amor de Deus. A prática da oração é um dos mais extraordinários meios de graça de que o homem pode dispor.
Descubra nos textos três efeitos distintos da oração em nossa vida. Tome nota.
Fp 4.6-7,  Mt 7.7-8 e Tg 5.16b;  Tg 4.2-3, 1 Pe 3.7 e Pv 28.9
Podemos verificar que a oração produz resultados psicológicos (paz de espírito, tranqüilidade), espirituais (maior sentido de vida) e concretos (atendimento real do pedido feito).
3. Elementos da oração
A maior parte de nossas orações são de súplica. Não deveria ser assim. No contexto bíblico, a oração tem pelo menos seis elementos. Eles não precisam estar presentes numa única prece, mas devem ser lembrados sempre.
Descubra quais são esses elementos, verificando os textos indicados.
2 Cr 7.3;  Sl 103.2;  Sl 51.1-9; 1 Sm 1.15; Tg 5.16 e Mt 5.44; Jr 33.3 e Mt 7.7
4. O sim e o não
Deus diz sim a muitas de nossas orações. É animador listar os sins de Deus nas orações contidas na história bíblica. Veja alguns exemplos. Escreva os nomes dos personagens e seus pedidos, de acordo com as referências.
Gn 25.21;  Êx 2.23-25; Jz 13.8-9; 2 Rs 20.5; Lc 1.13; At 10.4
Mas Deus diz não também a não poucas orações, mesmo que elas sejam proferidas por pessoas de caráter e de fé. Leia estes textos e anote da mesma maneira.
Dt 3.23-27; 2 Sm 12.15-20; 2 Co 12.7-9
5. Oração e ação
Lutero dizia: “É preciso orar como se todo trabalho fosse inútil e trabalhar como se todo orar fosse em vão”. É o que acontece do início ao fim do livro de Neemias. Você ficará impressionado ao procurar as passagens que descrevem como ele conciliava oração e ação (Ne 1.4; 2.4-5; 4.4-6; 4.9; 6.9 e assim por diante). Sublinhe o que encontrar em sua própria Bíblia e tire suas conclusões.
6. Freqüência da oração
Pense por um momento: Você ora todos os dias? Quantas vezes? Na hora de levantar e de deitar ou às refeições? Somente em caso de doença ou morte? Leia as passagens abaixo e anote os períodos de oração que elas sugerem.
Sl 55.17 e Dn 6.10;  Lc 6.12; Ne 2.4 e Lc 22.44; 1 Ts 5.17
Porque a oração é de grande importância e porque o homem é naturalmente indisciplinado, é bom que haja algum horário fixo de oração. O que não dispensa o “orai sem cessar”, que é a manutenção do espírito de oração em todos os momentos e circunstâncias, que caracteriza a nossa total dependência de Deus.
7. Sugestões
1) Antes de orar, pare e pense um pouco em Deus e seus atributos. Com certeza, você iniciará sua oração da maneira correta: com uma palavra de adoração que partirá do fundo da alma.
2) Lembre-se de que a oração não substitui a leitura da Bíblia. As duas práticas são essenciais para o seu crescimento na vida cristã. Sem a Bíblia, as orações podem tornar-se sem conteúdo, egoístas e até mesmo erradas (Tg 4.3).
3) Tente “balancear” suas orações com adoração, ações de graça, confissão, extravasamento, intercessão e súplica.
4) Peça sem constrangimento. Não é necessário substituir a súplica pelo louvor. É Deus quem abre a porta da oração e diz: “Pede-me”. Mas não peça apenas saúde, cura física, sucesso, prosperidade, felicidade. Ore por virtudes e valores espirituais. Insista até obter resposta.
5) Reserve horários especiais no dia para oração, sem deixar de aplicar o “orai sem cessar”.
8. Oração
Senhor Deus, obrigado por ter acesso a ti pela oração. Ensina-me a orar.
Ajuda-me a orar mais.
Amém.
Extraído Revista Ultimato 269

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

CULTO DE SANTA CEIA -RECEPÇÃO DO LUCIANO MAIS UM SOLDADO ALISTADO NO EXÉRCITO DE CRISTO EM MARIANA TORRES










Cristianismo: muito mais do que números


Por Paulo Siqueira em 3 de novembro de 2012
“Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro; fecham os olhos para não ver os meus sábados; no meio deles a minha santidade é profanada.” – Ezequiel 22:26
Ontem, na cidade de São Paulo, algo foi mais notório que o Dia de Finados: foi a inauguração do mega-templo católico liderado pelo Padre Marcelo.
Isso me chamou muito a atenção, pois em breve teremos em São Paulo os maiores templos cristãos de todo o Brasil, e com certeza que muitos templos em todo o mundo, pois cada denominação terá o seu mega-templo. Por exemplo, a IURD terá o Templo de Salomão, Valdemiro Santiago tem a sua Cidade Mundial, a Assembléia de Deus diz estar construindo o maior templo, a Deus é Amor diz ter o maior templo do mundo, R.R. também anuncia o seu mega-templo, Silas diz em todo os cantos do desejo de também ter um mega-templo em São Paulo, ou seja, em breve São Paulo será a cidade dos mega-templos.
Apesar de já termos espalhados pela cidade grandes igrejas e incontáveis templos de pequeno e médio porte, frutos dosmais diverso universo de nomes e diferente teologias. Há igrejas para todos os gostos: igrejas com ênfase na música, na cura, no milagre, na batalha espiritual, na oração, na pregação, na prosperidade, na unção e no poder. Há aquelas que só se reúnem em grandes eventos e mega-vigílias, shows, louvorzão, etc.
Enfim, a diversidade é enorme. Isso em reflexo ao aumento dos índices de evangélicos no Brasil.
Neste ano, devido às ações do Movimento pela Ética Evangélica Brasileira (MEEB), tive a oportunidade de participar dos principais eventos do meio gospel no Brasil, em diferentes cidades e em diferentes Estados, sem contar os inúmeros emails e contatos via redes sociais e as pregações em alguns ministérios, fazendo com que eu pudesse ver aberta e profundamente a realidade do povo evangélico brasileiro. Tudo isso me trouxe uma enorme preocupação, pois os evangélicos cresceram, os templos cresceram, tudo está em proporções que talvez muitos não imaginassem.
Porém, a pergunta que faço, e na qual tenho debruçado meus dias e noites a refletir é: por que esse crescimento todo ainda não é percebível em nosso contexto sócio-político-cultural?
Isso não falo de mim mesmo, mas a realidade nos demonstra isso. Por exemplo, temos os piores índices de violência do mundo: violência contra a mulher, contra crianças, contra idosos, do Estado para com o povo, temos a violência no trânsito, no futebol, enfim, somos uma nação violenta.
Temos os piores índices na educação, na saúde, nas moradias, no saneamento básico, sem contar as infinitas violações dos direitos humanos. Ainda no Brasil a tortura é uma prática diária e corriqueira, praticada pelos representantes do Estado e pelos seus principais órgãos. Ainda temos índices de mortalidade infantil e de aborto que nos compara a muitos países miseráveis no mundo, isso tudo refletido em uma das piores divisões de renda do mundo.
E o que dizer do nosso sistema político? Podre e fétido pela corrupção, por coronelismo cultural. O que dizer da nossa mídia falada, escrita e vista? Que ainda é instrumento de alienação de todo o povo. O que dizer dos nossos projetos culturais, dos esportes?
Enfim, refletindo tudo isso, com esse cenário de crescimento evangélico no Brasil, eu fico a me questionar: que diferença o povo evangélico tem trazido para o nosso país?
Vejo em todo o canto a frase: o Brasil será do Senhor Jesus, isso já há décadas é afirmado por muitos líderes e ministérios. O que temos visto é que o que tem se ampliado é o poder pessoal de muitos líderes, e seus ministérios aumentarem juntamente com seus saldos bancários.
Infelizmente, a luta por justiça , paz, por vida digna para os que sofrem neste país é um ideal de muito poucos que se declaram evangélicos. Temos um evangelho que encanta os olhos, os ouvidos, que emociona o coração, porém que ainda não é capaz de mudar o caráter do brasileiro. Ainda somos conhecidos como o povo que gosta de levar vantagens, o povo da sensualidade. Ainda somos conhecidos por ser rota do tráfico de drogas, pelo turismo sexual, que profana nossas crianças e jovens, pela prostituição. Sem contar que no contexto econômico ainda somos vistos como uma terra de lucro fácil, ou seja, as marcas de nossa colonização exploradora ainda são evidentes no nosso contexto sócio-econômico-cultural.
É claro que muitas coisas boas vêm sendo feitas por muitos ministérios e por muitos homens e mulheres de Deus, pois ainda o mal não dominou. Porém fico a pensar: quando é que o nosso crescimento, as nossas mega-igrejas serão refletidas na realidade política, na luta contra a violência, contra a prostituição, contra o latifúndio, contra a exploração degradante da terra e do meio-ambiente? Quando será que a Igreja fará a diferença neste país? Quando será que a Igreja deixará de ser conhecida pelo lucro, pela riqueza, pelo seu discurso sem prática? Quando será que a Igreja será conhecida como a verdadeira agente de transformação? Transformação verdadeira, na essência, não simplesmente no discurso.
Buscando uma referência bíblica que acalmasse a minha angústia, encontrei o texto de Ezequiel 22, onde Deus descreve ao profeta o Seu descontentamento com o Seu povo em relação às Suas leis e ao testemunho para com o mundo. Destaco, nesta reflexão, o versículo 26, onde o destaque é dado aos sacerdotes que, por buscarem os valores deste mundo, não ensinam ao povo a diferença entre sagrado e profano. Não ensinam ao povo a distinção de puro e impuro. Não capacitam o povo a distinguir o que é bom e o que é mau, pois suas pregações se fundamentam em alimentar a ganância, a vaidade, os desejos de homens e mulheres em conquistar cada dia mais um mundo que a Bíblia declara que não sobrará pedra sobre pedra após o juízo de Deus.
Hoje o que temos em muitos contextos é uma igreja emotiva, mística, mágica, interesseira, ou seja, em minha conclusão é que a raiz de muitos desses problemas está no fato de que o contexto religioso se transformou em uma fonte de entretenimento, entretenimento que sucumbe diante das verdadeiras necessidades do ser humano, que ultrapassam os limites do comer, beber, vestir e o de possuir, pois carecemos de espiritualidade.
É preciso que a Igreja seja o diferencial do profano, do mau e do impuro, e isso só acontecerá quando revertermos esse quadro e passarmos a ter uma espiritualidade verdadeira, quando nossos sermões forem verdadeiros alimentos para nossas almas e nosso espírito, quando a Igreja reassumir a sua autoridade para dizer Sede santos, porque nosso Pai Celestial é santo. Só assim teremos autoridade para pregar contra o pecado, contra a prostituição, contra a corrupção, contra o massacre de inocentes, e voltaremos a ser a fonte de Deus para que todos aqueles e aquelas que sofrem no mundo venham a beber.
Eu creio que uma Igreja melhor ainda é possível, mas é preciso que a voz profética se levante diante dos falsos pastores que, com suas falsas teologias, enganam a muitos.
Que venhamos a diminuir em nossa ganância, vaidades e desejos para com o mundo, para que a Palavra e o Reino de Deus retomem o seu verdadeiro lugar neste mundo.
Reflitam sobre tudo isso.
Gostaria que, após ler esse artigo, lessem o capítulo 22 de Apocalipse, e vejam que a Palavra de Deus ainda é referência para nossas vidas. Agora, se após ler esse artigo, refletir sobre o texto bíblico, você concluir que nada precisa ser mudado, peça a Deus que transforme o seu coração em carne, pois o seu coração está se transformando em pedra.
A Deus toda a glória.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

LUTANDO PELA SANTIDADE


Texto: Neemias 13.
“Não existe atalhos para a santidade”.
(A. W. Tozer)

   Chegamos ao final do nosso estudo. O último capítulo não relata uma grande celebração ou as famosas recomendações tão comuns nas epístolas escritas por Paulo. Os fatos narrados neste capítulo 13 revelam os acontecimentos relacionados ao período em que Neemias esteve ausente de Jerusalém. Quando ele teve que prestar contas ao Rei Artaxerxes, após cerca de doze anos. Não temos o registro do tempo em que ele permaneceu na corte até conseguir uma nova autorização para o retorno a Jerusalém (2.1,6,13.6).
   Neemias ao invés de narrar uma recepção calorosa e festiva, narrou a “degradação” espiritual que havia tomado conta dos judeus. As coisas foram de mal a pior durante o período em que esteve ausente. As atitudes das pessoas contrariava a vontade de Deus. Ele precisou agir rapidamente.
   Novamente podemos perceber a firmeza espiritual de Neemias, agora mais maduro, ele teve que se envolver numa desgastante reforma que exigiu dele firmeza (V.8,11,17,27) e muita oração (V.14,22,29,31). Neemias trabalhou e se arriscou ousadamente para que o povo retornasse ao caminho da santidade. Seu intento era levar o povo de volta ao centro da vontade de Deus.

OS EQUIVOCOS PRATICADOS PELOS JUDEUS

1°) Uso indevido das dependências do templo (V.4-9) – O sacerdote Eliasibe era o encarregado dos depósitos do templo (12.44). Ele também era um parente próximo de Tobias, o mesmo que participou da oposição a reconstrução dos muros (1.10; 4.3; 6.1; 6.12). Eliasibe cometeu o erro de ceder a Tobias uma grande sala, que deveria ser usada para guardar os dízimos e as ofertas. Neemias, muito aborrecido, primeiro desocupou a sala, depois tratou de purificá-la e por fim, designou-a para o seu verdadeiro fim (V.9).

2°) A falta de sustento para os que trabalhavam no templo (V.10-13) – Num momento de grande quebrantamento (Lição 11), um acordo havia sido feito: “Não negligenciaremos o templo do nosso Deus” (10.39). Infelizmente eles não estavam cumprindo os votos. O resultado foi à falta de recursos para os que serviam no templo. Os levitas deveriam morar no templo e receber pagamento pelos trabalhos desempenhados. Mas, devido a grande negligência na entrega dos dízimos, Eles tiveram que abandonar seus postos e retornar para suas terras em busca do sustento. Ao saber do que estava acontecendo, Neemias repreendeu os oficiais, convocou os levitas e os recolocou em seus postos e por fim, designou pessoas de confiança para administrar a distribuição dos recursos entregues pelo povo. 

3°) A negligência do sábado (V.15-22) – Novamente eles estavam descumprindo um voto feito (10.31). O sábado deveria ser um dia apenas para honrar a Deus e para descanso. Mas os judeus estavam profanando o sábado pelo comércio. Observar o sábado era um sinal especial do povo israelita (Ex. 31.12-17). Segundo o  Comentário bíblico Broadman: “Desconsiderar ou violar o sábado era romper com o pacto e atrair a ira de Deus sobre a comunidade”. Neemias reprendeu os nobres lembrando-lhes as tristes consequências dos pecados cometidos pelos antepassados. Ordenou que as portas da cidade fossem fechadas no por do sol de sexta-feira e abertas apenas quando o sábado tivesse terminado. Ele confrontou os comerciantes que estavam negociando do lado de fora da cidade e ameaçou prendê-los. Por fim, ele convocou os levitas, dando-lhes o encargo de zelar pela guarda do sábado. 

4°) O envolvimento com estrangeiros (V.23-30) - Mais um voto não estava sendo cumprido (10.30).  Neemias ficou furioso com a mistura de idiomas que ele havia percebido nas crianças. Ele não “incitou” o divórcio por parte daqueles que habitavam com estrangeiras. Ele estava apenas defendendo uma postura diferente em relação aos próximos relacionamentos. Mas com o filho do sumo sacerdote Joiada foi diferente (V.28). Neemias agiu com autoridade expulsando-o. Ele por ser da linhagem sacerdotal não poderia se relacionar com estrangeiras (Lev. 21.4,7,14). Ele havia casado com a filha de Sambalate um declarado opositor de Neemias. Ele foi mais severo com aquele que provavelmente seria um futuro líder espiritual do povo.

LIÇÕES PARA OS NOSSOS DIAS.

1. Diante do pecado visível no meio do povo, um líder espiritual deve agir em busca da santidade. Deve se esforçar ao máximo para conduzir as pessoas de volta ao centro da vontade de Deus - Quando o assunto é o pecado, não podemos cair na armadilha da passividade. Já   Charles R. Swindoll declarou: “Nenhum líder deve brincar com o erro”. Ao comentar as atitudes de Neemias neste capítulo, ele destacou as seguintes qualidades:
1. Neemias enfrentou o erro diretamente.
2. Neemias lidou severamente com o erro.
3. Neemias trabalhou por uma correção permanente.
4. Neemias sempre acompanhava o erro com oração.
   Outros servos de Deus agiram de forma semelhante à Neemias ao confrontar os erros: Moisés (Êx. 32); Samuel (I Sam. 15); Jesus (Jo. 2); Pedro (At. 5); Paulo (II Cor. 6); João (III Jo.9). Diante do pecado revelado, nós também precisamos agir em busca da restauração que vem do Senhor. Precisamos aplicar a orientação de Paulo em Gl 6.1: “Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado”. É missão de cada salvo conduzir as pessoas à reconciliação com Deus (1Jo 1.9).
   A busca pela santificação deve ser constante. Jamais será uma tarefa simples. Uma vida de santidade exigirá renúncias, perseverança e fé nas promessas de Deus. “O caminho da santidade que leva à felicidade é um caminho estreito; só há lugar para um Deus santo e uma alma santa andarem juntos”.  (Thomas Brooks).
  
2. Nossos votos precisam ser acompanhados dos nossos atos – Salomão declarou: “Quando você fizer um voto, cumpra-o sem demora, pois os tolos desagradam a Deus; cumpra o seu voto. É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir” (Ecl. 4,5). Em nosso estudo observamos algumas falhas dos israelitas que infelizmente ainda estão sendo repetidas por muitos servos  de Deus.
1. Alianças que profanam o sagrado (I Cor. 3.16).
2. Não se envolver no sustento da obra de Deus (Mal.3.10).
2. Negligência quanto a adoração (Jo. 4.23)
3. Jugo desigual (II Cor. 6.15).
   Não podemos esquecer as nossas responsabilidades diante do nosso Deus. Tudo aquilo que plantamos, colhemos (Gl 6.7).

3. A verdadeira santidade será precedida de oração, obediência às leis de Deus e firmeza –  Paul S. Rees afirmou: “O problema de muitos cristãos é que eles estão mais preocupados com sua doutrina da santidade do que com o fato de serem revestidos da beleza da pureza de Cristo”. Para que haja uma verdadeira santificação na vida do crente e consequentemente da igreja, será preciso uma decisão. Somente os inconformados com o mundo (Rom.12.2) serão íntimos do Senhor (Jo 14.21; Tg 4.4; I Jo. 2.15). Santificação não deve ser um conjunto de regras ou declarações teológicas, deve ser um estilo de vida por parte daqueles que já foram alcançados por Jesus. Para os que ainda não foram, é necessário primeiro uma conversão genuína aos pés de Cristo.

PARA DISCUSSÃO EM CLASSE?

1) Qual tem sido a postura da liderança da  igreja evangélica brasileira em relação aos pecados cometidos internamente?

2) Estima-se que mais da metade dos membros das igrejas são negligentes na entrega do dízimo? Qual a razão deste grave desvio de conduta?

3) Quando nos assemelhamos aos judeus em relação a negligência ao dia de culto? Quais os maiores prejuízos quando o mesmo não é observado?

4) O que tem levado os cristãos a buscarem união conjugal com incrédulos? Nossos jovens estão levando a sério as leis de Deus para o corpo e a formação da família?