sexta-feira, 30 de março de 2012

DEUS VELARÁ POR TI -HISTORIA DO HINO


DEUS VELARÁ POR TI     
Não desanimes, Deus proverá;
Deus velará por ti;
Sob Suas asas te acolherá;
Deus velará por ti.

Coro
Deus cuidará de ti
No teu viver, no teu sofrer;
Seu olhar te acompanhará;
Deus velará por ti.

Se o coração palpitar de dor,
Deus velará por ti;
Tu já provaste Seu terno amor.
Deus velará por ti.
.
Nos desalentos, nas provações,
Deus velará por ti;
Lembra-te dEle nas tentações;
Deus velará por ti.

Tudo o que pedes, Ele fará;
Deus velará por ti;
E o que precisas, não negará.
Deus velará por ti.

Como estiveres, não temas, vem!
Deus velará por ti;
Ele te entende e te ama bem!
Deus velará por ti.

HISTÓRIA

Esse hino nos encoraja pelo simples fato de termos plena consciência que Deus cuida de nós e promete estar conosco cada momento, "Deus velará por ti".

A letra foi escrita por Civila Durfee Holden Martin (1866-1948). A música (God cares), foi composta por seu marido, Walter Stillman Martin (1862-1935). Martin era pastor batista. Em 1904, ele, sua esposa e seu filhinho estavam numa Escola Bíblica em Lestershire, Nova Iorque, onde estava auxiliando na compilação de um hinário. Nessa oportunidade, foi convidado a pregar numa vila um pouco distante da Escola. Entretanto, a Sra Martin ficou doente e o pastor pensou em declinar do convite. Enquanto discutiam se deveria ir ou não, seu filho disse: "Pai, você não acha que se Deus quer que você vá pregar hoje Ele pode cuidar da mamãe enquanto você não estiver aqui?"

Diante da afirmação do filho, o pastor Martin guardou seus apontamentos e foi pregar. Quando retornou ao anoitecer, encontrou sua esposa bem melhor. Ela também havia escrito um novo hino basedo nos fatos ocorridos antes do pastor sair, quando seu filho havia feitos as observações com relação aos cuidados que o Senhor poderia ter para com ela. O pastor Martin não levou
mais do que uma hora para improvisar a melodia. Naquela mesma noite um casal de professores cantaram juntamente com eles aquela melodia. Na mesma semana o hino foi cantado na escola bíblica, oportunidade em que foi sugerido que o novo hino fosse incluído no hinário que estava sendo elaborado.

Assim, foi publicado pela primeira vez, no ano seguinte nos "Cânticos da Redenção", compilados pelo pastor Martin e John A. Davis. Em 1916, a família Martin frequentava a Igreja Cistã ou Dicípulos de Cristo.
 FONTE: HARPA DIGITAL

quinta-feira, 29 de março de 2012

A COMUNHÃO DOS SEUS SOFRIMENTOS


A busca de Paulo pelo prêmio fez com que ele desejasse não somente conhecer Cristo no poder da Sua ressurreição, mas também estar pronto a penetrar nas aflições por causa dEle e com Ele. Isto coloca o sofrimento no seu devido lugar, relacionado a um caminho para a glória. Freqüentemente o sofrimento está fora de lugar em nós, nos causando problemas ao ser aquilo que nos preocupa e que prejudica tudo o mais. O Senhor pode nos fazer ver o sofrimento conforme deve ser visto, ou seja, em relação a algo que nos faz vê-lo bem menor do que poderia ser. “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada”, e esta glória é a glória dos filhos de Deus. Essa foi a glória que Paulo descreveu como o grande prêmio de ganhar a Cristo.
Se perguntarmos o que significa ganhar a Cristo, temos que considerar Romanos 8, onde encontraremos que a intenção de Deus é que sejamos conformados à imagem de Seu Filho. Esse processo de ser conformado a Cristo é de fato ganhar a Cristo: este é o prêmio. Isso implica alcançar a plenitude de Cristo em perfeição moral, pois esta perfeição moral e espiritual é a Sua glória. Assim, para nós, a questão básica é esta: estar moral e espiritualmente onde Cristo está em Seu lugar de exaltação é a meta, o prêmio. Fazemos bem em não perder de vista este final glorioso: “a manifestação dos filhos de Deus”, quando seremos revelados com Cristo e feitos como Ele. Enquanto isso, no tempo presente nós gememos. Se francamente analisarmos tais gemidos, descobriremos que eles representam nosso desejo ardente por sermos libertos da vida da velha criação, com seu laço de corrupção, pecado e morte, de modo que possamos conhecer a perfeição moral em Cristo. Um dia os gemidos cessarão, esse será o momento de nossa chegada à perfeita conformidade a Cristo.
Isso foi o que Deus pré-ordenou, porque notamos que o trabalho de Deus numa criação que geme está relacionado com o conhecimento prévio que Ele tem e, portanto, relacionado com Sua pré-determinação das coisas. Tal predestinação não estava vinculada ao assunto básico da salvação, mas muito mais com o objetivo da salvação. Isso faz toda a diferença. O objetivo da salvação é a conformidade à imagem do Filho de Deus, pois àqueles que Ele conheceu de antemão Ele os pré-ordenou, não para serem salvos ou se perderem, mas para serem “conformados à imagem do Seu Filho”. O trabalho do Espírito do Seu Filho em nós, constituindo-nos filhos e capacitando-nos a clamar “Abba, Pai”, é o início do trabalho de Deus na criação que geme - o trabalho de manter em segredo aqueles filhos que proverão a chave para sua libertação do completo estado de vaidade e decepção que ela possui atualmente. Toda criação será levada a desfrutar da liberdade da glória dos filhos de Deus, pois esse é o objetivo do poder da ressurreição operando em nós. Estamos vinculados, em nossa própria filiação, com o emancipar toda a criação da vaidade que foi imposta sobre ela. Todavia veja: não basta a criação ser liberta no momento da manifestação, é necessário reaver seu caráter a partir de Cristo revelado nos filhos de Deus. Ela somente encontrará sua verdadeira glória quando o poder da ressurreição de Cristo tiver expressão plena na glorificação dos filhos de Deus à medida que eles recebem seus corpos redimidos, feitos como o de Jesus.
Você pode pensar que esta vasta concepção não o ajuda muito quando se depara com suas próprias dificuldades. Mas é por isso mesmo que Romanos 8:28 vincula tais experiências práticas com o total alcance do propósito de Deus em Cristo. Esse chamado e propósito governam cada detalhe de nossa jornada espiritual. Se, porém, consideramos os fatos da vida meros incidentes pessoais, não conseguiremos ver neles benefício algum. Mas, se por outro lado, consideramos a relação desses fatos com a determinação de Deus de nos fazer como Cristo, então encontramos a chave do significado deles. Isso é mais do que algo pessoal, pois a provação, dificuldade, perplexidade ou provocação carregam o segredo de desenvolver em nós a vida do Senhor Jesus, a vida de ressurreição que traz consigo o objetivo final de Deus - a glorificação de todo o universo. O Novo Testamento é muito prático: as grandes coisas das eternidades são trazidas ao nível dos mais íntimos detalhes da nossa vida espiritual, fazendo com que todas as coisas operem conjuntamente. Essas “todas as coisas” contribuirão para o bem final, se consideradas à luz do propósito divino. A intenção de Deus não deve ser esquecida. Pode parecer que estamos sofrendo uma contradição: pedimos algo e recebemos o contrário; isso ocorre porque Deus não está nos isentando da responsabilidade, mas usa experiências contrárias para forjar em nós aquela força moral que somente o Espírito Santo pode conceder.

Fonte: Theodore Austin-Sparks



domingo, 25 de março de 2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

DESTRUINDO FORTALEZAS


Ao observarmos a vida do ser humano, notamos que possuem em suas vidas fortalezas que precisam ser destruídas. Em uma área ou outra de nossas vidas, há fortalezas que se não as destruirmos, a tendência é nos tornarmos infelizes, tristes, sem expectativas, sem objetivos; totalmente trancafiados dentre de nossas emoções, sentimentos e desejos.
Estas fortalezas existentes em nossas mentes são devidas os padrões que adotamos de pensamentos e idéias erradas e submetidas a pecados cometidos por cada um de nós.
Existe a necessidade de termos uma vida crucificada com Cristo, pois sem o mesmo, a tendência é que criemos fortalezas dentro de cada um de nós, cadeias que nos aprisionarão enquanto não forem destruídas.
Toda libertação inicia-se com a remoção de argumentos e questionamentos que tornam as ingerências demoníacas fortes dentro de cada um de nós. Satanás se alimenta do pecado e de hábitos pecaminosos em nossas vidas para que possa construir suas fortalezas.

1 – Mas o que são fortalezas?

Na Palavra de Deus poderemos notar algumas características de uma fortaleza. Analisando a história de Jericó (Josué 6), tiramos algumas conclusões:
a)      Josué 6:1a – elas estavam completamente fechadas – a primeira característica é que não há abertura para a entrada de novos conceitos, de novas idéias, de novos ensinos. As fortalezas impedem a ação do Espírito Santo que tenta entrar e moldar a vida do cristão.
b)      Josué 6:1b – ninguém saía – as fortalezas prendem as vidas das pessoas, que não conseguem expressar os seus sentimentos, suas emoções, seus sonhos. São pessoas que vivem trancadas em seu mundinho e são tremendamente infelizes.
c)      Josué 6:2-4, 20 – levem a arca – A arca representava a presença do Senhor. As fortalezas cairão se o Senhor estiver na batalha. É impossível derrubarmos as fortalezas se o Senhor não estiver conosco.
d)      Josué 6:24a – incendiaram a cidade inteira - Após a queda das fortalezas, precisamos ser radicais, precisamos destruir tudo aquilo que nos aprisionava, que era maldição em nossas vidas e que nos impedia de conquistarmos.
e)      Josué 6:26 – maldito o que reconstruir – as fortalezas que uma vez derrubadas não deverão ser reerguidas por nós, pois elas nos trarão maldição e aprisionamento.

Quando analisamos I Samuel 23:14-29, encontramos o rei Davi fugindo da presença de Saul, e o interessante que neste texto encontramos novamente o termo fortaleza. Podemos também aqui tirar algumas conclusões:
a)      I Samuel 23:14 – permaneceu nas fortalezas do deserto – a idéia que queremos mostrar é que este deserto de Zife era um local inacessível, um lugar fácil de se esconder. Sabe, a fortaleza traz este significado, lugar de difícil acesso. Quero dizer com isto que Deus não consegue ter acesso em muitas vidas, pois elas estão escondidas atrás de fortalezas, no deserto da sua própria vida.
b)      I Samuel 23:26 – fugiram depressa – as fortalezas do deserto permitiam que Davi e seus soldados fugissem depressa. As fortalezas em nossas vidas fazem de nós pessoas que fujam constantemente do chamado, das responsabilidades, pois estamos acorrentados a um espírito de medo, incredulidade e incapacidade para fazer a obra.
c)      I Samuel 23:29 – saiu dali e foi viver em outra fortaleza – Uma fortaleza leva a outra fortaleza. Um abismo leva a outro abismo. Precisamos entender que quem está preso em uma fortaleza, se não a destruir vai ser levado pelo Diabo a entrar em outras fortalezas para ali se esconder. Precisamos parar de fugir e de entrar em novas fortalezas.

2 – As principais fortalezas em nossas vidas

Existem três principais fortalezas no homem, principalmente no cristão:
a)      ORGULHO – creio que a maior dificuldade na vida do ser humano é admitir que nem tudo está bem em sua vida, que não precisa de ajuda, que não consegue se libertar sozinho e principalmente que precisa de libertação. Se realmente queremos andar como verdadeiros cristãos precisamos admitir algo em nossas vidas, precisamos andar como o nosso Senhor Jesus andou. Nele não havia orgulho, nele havia humildade, simplicidade, amor, sentimento de submissão ao Pai e todas estas coisas Ele procurou ensinar aos seus discípulos, para que eles reproduzissem na vida de seus futuros discípulos. Em João 13:1-17, Jesus ensina na cerimônia do lava-pés que no Reino de Deus não há lugar para orgulhosos e sim para servos, discípulos que desejam ser moldados segundo as características de Cristo. Portanto, o primeiro passo para quebrar as fortalezas em minha vida é deixar de ser orgulhoso e admitir que preciso de libertação, que preciso quebrar fortalezas em minha vida.
b)      INCREDULIDADE – Alguns não crêem que Satanás pode e quer apoderar-se de sua vida. São tão céticos com relação a isto que se colocam na posição de “semideuses”, “intocáveis”, “seres absolutos”. Logo se não aceitam a idéia de que o Diabo quer levantar fortalezas em sua vida, também não crêem que o Senhor quer destruir estas fortalezas.
c)      RELIGIOSIDADE – eu admito que muitas vezes é difícil aceitarmos algumas coisas, sabe por quê? Porquê muitos foram ensinados que por terem recebido a Jesus e serem batizados na Igreja, não podem mais ser enganados, não podem ser aprisionados, pois a eles foi ensinado que “são vitoriosos” e pronto. São pessoas que crêem que não podem ser mais enganados e só de assim pensarem já estão enganados. É difícil quebrar na vida das pessoas o engano religioso, pois o ensino recebido por ele é de não dar lugar à dúvida de que é um vencedor, um vitorioso e que o Diabo não lhe pode tocar. Eu não tenho dúvida que nós somos mais que vencedores, eu não tenho dúvidas que o Diabo não pode nos tocar, desde que demos brecha e que seja de acordo com a aquiescência de Deus. O problema é que pessoas estão sentadas nos bancos de Igreja, cheias de argumentos e questionamentos, atrás de um espírito de religiosidade que se não for quebrado impedirá muitos de ter alegria em suas vidas e de serem instrumentos nas mãos do Senhor, pois estão trancados em suas fortalezas.

 PARA VOCÊ REFLETIR 
1-     Quais as fortalezas existentes em sua vida?
2-     Você se considera uma pessoa orgulhosa? Como você pretende vencer o orgulho?
3-     Tire a religiosidade de sua vida para ser um verdadeiro cristão.
4-     Em que áreas você tem sido incrédulo?
5-     Analise as características das fortalezas e veja se você se enquadra em alguma delas. Quebre-as.

terça-feira, 20 de março de 2012

Fotos do Trabalho de Evangelismo na Água Limpa Direção das Federações de Jovens e Adolescentes







Intimidade é Tudo. Linda História!


Conta-se que certa vez um pastor foi chamado para orar por um homem muito enfermo.
Quando o pastor entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas.
Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o pastor a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
- Suponho que estava me esperando? - disse o pastor.
- Não, quem é você? - respondeu o homem enfermo.
- Sou o pastor que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
- Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta.
Então o homem enfermo lhe disse:
- Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter  aprendido orar. Não sabia direito como se deve orar.
E nunca dei muita importância para a oração.
Pensava que Deus estava muito distante de mim.
- Assim sendo, há muito tempo abandonei por
completo a idéia de falar com Deus.
Até que um amigo me disse:
“José, orar é muito simples. Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer... você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali, bem diante de você. Afinal Jesus mesmo disse:
- “Eu estarei sempre com vocês”.
- Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora.
- Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia. Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja... pois me internaria num manicômio imediatamente.
O pastor sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo.
Em seguida orou com ele e foi embora.
Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido.
O pastor então perguntou:
- Ele faleceu em paz?
Ele disse que me amava muito e me deu um beijo.
Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei orto. Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente, antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei.
Porque será isto? – perguntou a filha.
O pastor, profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu:
- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo...
A intimidade não é algo que vem de graça, é
conquistado pelo nosso esforço contra nossa carne que milita contra nosso espírito, para que tenha a primazia do nosso tempo.

Fonte: Acerte o Alvo -Jessé Weslley 

domingo, 18 de março de 2012

Culto na Direção da E.B.D/ Ministrando a Palavra Diácono Quirino

 Tia Betinha com os pequeninos louvando ao Senhor
 Irmã Elaine Aniversariante da Noite
 Tempo de Oração



 A Tia Sueli esta de volta recuperando-se de cirurgia 
 Diacono Quirino mensageiro da Noite
 Atenção no momento das Palavra


sexta-feira, 16 de março de 2012

Frases: CRUZ EXPIAÇÃO; JESUS CRISTO - MORTE


·      A cruz é o preço do meu perdão.
Anônimo
·      A cruz de Cristo sempre será ofensiva para o homem natural.
J. Blanchard
·      O Justo sobre a cruz é o único ponto de contato entre o pecador e o poder salvador de Deus.
Lewis Sperry Chafer
·      Livre para atrair por seu poder intrínseco, a cruz continua sendo o ímã das almas dos homens.
Kenneth Cragg
·      O elemento surpreendente da cruz não é o sangue, mas o sangue de quem e com que propósito.
Donald English
·      A cruz é o centro da história do mundo. A encarnação de Cristo e a crucificação de nosso Senhor são o centro ao redor do qual circulam todos os eventos de todos os tempos.
Alexander MacLaren
·      Quem na verdade contemplou a cruz de Cristo não pode jamais falar de casos sem esperança.
G. Campbell Morgan
·      O poder salvador da cruz não depende de um acréscimo de fé; trata-se de um poder salvador tão grande que a própria fé flui dele.
J. I. Packer
·      Este acontecimento único da cruz de Cristo é uma revelação final tanto do caráter e da conseqüência do pecado humano quanto da maravilha e do sacrifício do amor divino.
Alan Stibbs
·      A cruz de Cristo é a coisa mais revolucionária que já apareceu entre os homens.
A. W. Tozer
·      O Calvário mostra como os homens podem ir longe no pecado, e como Deus pode ir longe para salvá-los.
H. C. Trumbull

Jesus venceu a batalha das palavras


A maior batalha de Jesus contra Satanás foi sobre palavras! O livro de Mateus, capítulo 4, nos fala sobre esse encontro. Após um período de 40 dias e 40 noites jejuando no deserto, Jesus ficou com fome. Depois disso veio a sua tentação, motivo pelo qual a passagem diz que Jesus foi levado ao deserto pelo Espírito.
As três investidas de Satanás contra o Senhor, nesse momento de tentação, vieram através de distorções das Escrituras, quando o Diabo manipulava a Palavra de Deus. O inimigo tentava fazer Jesus dizer algo errado, e com isso abrir uma brecha através da qual pudesse vencê-lo.
 atanás sabia que se conseguisse que Jesus falasse algo dúbio ou equivocado, teria como derrotá-lo e à sua missão na Terra de salvar a humanidade.
Mas Jesus foi extremamente precavido nas respostas que deu baseando-se em interpretações corretas das Escrituras. Ele sabia muito bem qual era o objetivo do inimigo em tentar fazê-lo proferir palavras e tomar decisões que o abririam para a investida e derrota de Satanás. Se o próprio Senhor Jesus foi extremamente atento às suas palavras, por entender a prodigiosa influência e poder que exercem sobre as nossas vidas, podendo causar a morte e a destruição da nossa missão, muito mais nós devemos prestar uma minuciosa atenção a tudo que dizemos. Usando sabedoria com o que falava, Jesus derrotou Satanás, e ele foi forçado a deixar o Senhor e ir embora.
Quando Jesus disse "Tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16.19), não estava tratando apenas de coisas positivas, que trazem vida. Com certeza é o desejo do nosso Pai Celestial que usemos as nossas palavras para ligar no céu acontecimentos abençoadores. Mas o fato é que esse poder, quando usado de forma errada, pode ligar no céu morte sobre nós mesmos.
Não libere palavras de morte, nem brincando, sobre si mesmo ou outras pessoas ao seu redor. Senão, o que você fala pode acontecer, para sua própria angústia. Seja uma fonte de bênção com suas palavras e jamais de maldição. Use o poder contido na sua língua para trazer vida e nunca a morte.
 Fonte: O Poder da Língua /Gary Haynes

segunda-feira, 12 de março de 2012

ARMAS ESPIRITUAIS


“As armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosos em Deus, para destruição das fortalezas” (I Cor. 10:4)

Sem estas armas é impossível estamos firmes contra o ataque do diabo e é por isso que somos atingidos. Sabe aquela tristeza sem motivo que você sente ou aquele desânimo que vem tão forte em sua vida, que você tem vontade de achar um buraco e se atirar dentro dele e nunca mais sair, isso é um sinal claro que você não tem utilizado as armas de Deus para sua vida, pois os sentimentos podem vir até você, mas quando você se deixa dominar por eles é um sinal claro de que suas armas não estão sendo utilizadas.

É evidente que passamos por situações difíceis, mas como passamos por elas é que determina quem somos e como estamos usando as armas que foram destinadas para que pudéssemos resistir ao diabo.
Deus não vai perguntar que tipo de carro você costumava dirigir, mas vai perguntar quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.
Deus não vai perguntar qual o tamanho da sua casa, mas vai perguntar quantas pessoas você abrigou nela.
Deus não vai fazer perguntas sobre as roupas do seu armário, mas vai perguntar quantas pessoas você ajudou a vestir.
Deus não vai perguntar o montante de seus bens materiais, mas vai perguntar em que medida eles ditaram sua vida.
Deus não vai perguntar qual foi o seu maior salário, mas vai perguntar se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.
Deus não vai perguntar quantas promoções você recebeu, mas vai perguntar de que forma você promoveu outros.
Deus não vai perguntar qual foi o título do cargo que você ocupava, mas vai perguntar se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas
habilidades.
Deus não vai perguntar quantos amigos você teve, mas vai perguntar para quantas pessoas você foi amigo.
Deus não vai perguntar o que você fez para proteger seus direitos, mas vai perguntar o que você fez para garantir os direitos dos outros.
Deus não vai perguntar em que bairro você morou, mas vai perguntar como você tratou seus vizinhos.

E eu me pergunto: que tipo de respostas terei para dar?

Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.

Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!

Fonte: Armas Espirituais (Jessé Wesley)

Encontro de Mulheres - Mais Fotos






Grupo Déboras - Encontro de Mulheres em Passa Três





domingo, 11 de março de 2012

ENCONTRO DE MULHERES REALIZADO EM PASSA TRÊS MOSTRA A APROVAÇÃO DAS MULHERES COM NOVA DIRETORIA

O Encontro de Mulheres realizado em Passa Três mostra a aprovação das mulheres da região pela nova diretoria eleita na Reunião Regional que ocorreu em Vila Mury, com a presença de cerca de 140 mulheres que floriu o salão da IEC Passa três de graça e unção de Deus, ministrações de louvor  e palavra (Irmã Flaviene/IEC Cruzeiro e Evangelista Genaida IEC Vila Mury)  , clinica de estética durante o Encontro e principalmente a presença Maravilhosa de Deus no meio do seu povo, estiveram em apoio ao evento o  Reverendo Elísio, Reverendo Wilson dos Anjos e o Reverendo Robson Cotrim Presidente da AMEOVALE, sabemos que é apenas o inicio de tudo o que Deus tem a fazer através da Federação de Mulheres AMEOVALE.    








sexta-feira, 9 de março de 2012

A Demora Divina entre a Unção e a Designação



Davi também sabia o que era ser mal interpretado por causa da unção em sua vida, e por causa da demora divina entre a revelação da unção e a designação para aquela unção. Quando o profeta de Deus chegou à pro­cura de um substituto de Deus para o rei Saul, Samuel ignorou todos os seus irmãos mais velhos e, então, bem de frente de todos eles, ungiu Davi para ser rei de Israel. O que aconteceu em seguida não foi exatamente nada.
O profeta deixou a cidade, e o garoto mais novo da família voltou para o pasto. Quanto aos seus irmãos, podemos presumir com segurança que, uma vez tendo partido o profeta, eles não se curvaram a Davi; eles ri­ram e escarneceram dele sem piedade alguma. Deus ha­via ungido Davi para ser rei no lugar de Saul, mas ele teve de voltar para o rebanho e "correr e esperar". Davi não saiu correndo pela terra a proclamar: "Serei rei!" Voltou para o aprisco e cuidou do rebanho de seu pai como se esta fosse à responsabilidade de toda a sua vida. Esta é a forma adequada de entregar ao Senhor os mo­mentos e estações de sua vida.
Davi sabia que era ungido e Deus e seu profeta também o sabiam. Esse jovem pastor guerreiro conti­nuou a orar e a louvar a Deus, a esperar e cuidar de suas ovelhas (ao mesmo tempo em que matava alguns preda­dores grandes ao longo do caminho). Então, alguém da corte do rei Saul reconheceu os talentos de Davi na ado­ração e na guerra.14 Finalmente, a unção de Davi acer­tou Golias bem no meio dos olhos, e todo o povo de Israel, Judá e Filístia souberam do acontecido.15 
Renuncie Seu Direito de Apressar Deus
Às vezes, Deus mostra algo a você que acontecerá no futuro. Se não for o tempo devido, não corra a gritar: "Sou ungido!" Certifique-se de que tem seu "direito" de apressar Deus ou de ajudá-lo a planejar seu destino. Deus não precisa de ajuda. As pro­messas de Deus não estão ligadas ao tempo. Estão liga­das tão somente a Deus, e Ele é eterno. Ele pode realizar uma obra rapidamente.
Fontes Secretas de Poder

quinta-feira, 8 de março de 2012

Você Tem o Diploma de N. S. N.?



Moisés, o príncipe do Egito, pensou que se tornaria um missionário, mas, em vez disso, tornou-se um assas­sino. De pronto, tornou-se um fugitivo sem uma casa. O homem com doutorado em egiptologia teve os ossos errados desenterrados (do homem que matara) e viu-se do outro lado de um deserto tentando conseguir seu di­ploma de N. S. N. ("Não Seja Nada"). Moisés estava no início do processo de renúncia!
Nesta fase de sua vida, Moisés era um homem que estava "completamente cheio de si mesmo". É difícil para Deus encher um homem que esteja completamente cheio de si mesmo. Jamais amadureceremos ou tomaremos posse do poder que há em Deus a menos que nosso eu seja subjugado e estejamos dispostos a entregar tudo á Deus.
Observamos três fases básicas na vida de Moisés:
1 Moisés passou os primeiros 40 anos de sua vida aprendendo a ser um príncipe na casa de Faraó.
2 Ele passou os 40 anos seguintes aprendendo a ser um pobre.
3 Nos últimos 40 anos de sua vida, Moisés aprendeu a ser um profeta.
1. Veja Êxodo 2.12

Algumas pessoas diriam que, nos primeiros 40 anos, Moisés aprendeu algo e, nos 40 anos seguintes, nada aprendeu. Na realidade, Moisés aprendeu o valor da humildade na escola da renúncia no deserto. Foi isso que o qualificou para o terceiro período de 40 anos, quando aprendeu o que Deus poderia fazer com um homem que aprendera as duas primeiras lições!
Chegará o tempo em que cada um de nós perceberá plenamente que o nosso eu está para morrer. É aí que o poder da renúncia pode começar a agir em nossa vida. Uma expressão popular bastante usada, principalmente pelos jovens e pelos insatisfeitos, é; "Farei algo por mi­nha própria conta." As pessoas normalmente dizem isto enquanto pensam em talentos específicos, habilidades ou objetivos educacionais específicos. Elas podem ter objetivos importantes, mas talvez você se surpreenda em saber que, basicamente, não é isso o que Deus deseja.
Fontes Secretas de Poder