terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Assembléia na Carpintaria


Conta-se que na carpintaria houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião das ferramentas para acertar suas diferenças. O martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que queriam sua renúncia. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava todo o tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. 
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entretanto sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro, que sempre media os outros segundo sua medida, como se fora o único perfeito. Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou só novamente, a assembléia reativou a discussão. Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:

“Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes.” A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para lixar asperezas, e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos. Ocorre o mesmo com seres humanos. Basta observar a comprovar.

Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca com sinceridade o ponto forte dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos. Qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades, isto é para os sábios. Você pode usar suas qualidades para ser útil no trabalho de Deus e com certeza Ele irá lhe aperfeicoar.

Extraído do site:
http://ilustreoseusermao.blogspot.com/

Pedro e seu machado



Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte! A madeireira precisou reduzir custos...
Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biotipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos".
Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...
Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atônitos!
Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.
O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais.
Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam... O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está caindo".
O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".
Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.
Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga - conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.
A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós, preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos.
Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante dez anos.
A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir. É "perder tempo" para afiar o nosso machado.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Paixão, Sexo… e Morte


Começou na praia numa tarde quente em meados de janeiro. Ele nunca conseguiu entender como tudo aconteceu, mas nunca esqueceu a emoção que sentiu quando viu aquela garota. Ao pensar em tudo que tinha passado, aquilo não fazia sentido. Ele era um homem estável, com esposa, filhos, dinheiro... enfim... tudo. Mas, na vida dele faltava alguma coisa. Talvez fosse aventura, perigo ou uma experiência arriscada. Ele não sabia com certeza. Porém, cara a cara com ela na barraca de sorvetes, ele achou que ela poderia dar o que ele estava precisando.

Ela tinha a metade da idade dele e nunca o amaria. Mas não importava.
Ele estava cansadíssimo de assistir às novelas em que outros homens viviam os sonhos sexuais dele. Agora, era sua vez. Naquele momento, nada mais importava, só a realização de suas fantasias.

O primeiro mês com ela foi um mês de paixão. Ele nunca tinha sentido prazer tão forte. Sabia que ele estava errado, mas seus sentimentos apagavam qualquer sentido de moralidade ou culpa. Durante aquele mês, o sexo foi sua vida. Todo o tempo, em todos os lugares, ele imaginava os dois juntos no quarto, beijando-se e amando-se.

O segundo mês foi um mês de perplexidade. A paixão não era tão intensa. Ele se sentia inseguro com ela porque pensava que ela estava rindo dele por causa da sua idade. O sexo tornou-se cada vez mais algo mecânico.
E quanto mais ele se esforçava para recuperar a paixão do início, mais ele ficava frustrado.

O terceiro mês foi um mês de desilusão. Perdeu sua amante. Perdeu sua esposa. Perdeu seus filhos. A esposa dele descobriu tudo logo depois que o caso tinha começado e foi direto para um advogado. Seus filhos, assistindo seu pai interpretar o papel de palhaço duma maneira tão convincente, nem queriam mais falar com ele.

O sonho virou um pesadelo. Ele estava numa rua sem volta e foi isso que o assustou mais. Apesar de ter estado junto dela por um período tão curto, sua vida tinha mudado para sempre. Ele não podia voltar para sua esposa, ainda que ela o deixasse voltar. Seus filhos, também, perderam a importância que tinham em sua vida. Ele os amava, mas aquela ligação especial entre pai e filhos tinha sumido. Agora, ele vivia para seus sentimentos, emoções e prazer. Sabia que não traria uma felicidade duradoura, mas esta força dentro dele era incontrolável.
Ele mudou-se para um apartamento, numa parte chique da cidade. Andava num carro importado (usado, mas em boa condição). Usava roupas de homem vinte anos mais novo. E até fez uma cirurgia plástica.

As noites ele passava nos bares, brincando com as meninas, tentando reviver aquelas semanas na praia onde tudo tinha começado. Ele até arranjou uma garota com quem viveu por alguns anos. Mas no fim, não deu certo e a mandou embora.
Ele morreu no seu apartamento --sozinho--numa tarde quente nos meados de janeiro.
No momento da morte todo mundo pensa em religião. Ele também. 
Ele se lembrava do aviso de um amigo:
— Escute bem rapaz, você não pode brincar com Deus! Há perdão para você também, mas aquele perdão não tem valor até que você pare de jogar lama na cara de Cristo. Não dá para dizer: "Me perdoa, Jesus" e voltar a pecar. Ele quer ser seu Salvador e também seu Senhor. Cara, estou te dizendo, se você continuar assim, vai chegar um dia que você vai estar tão confuso que nem vai querer o que Jesus te oferece.

E aconteceu como seu amigo falou. Por alguns momentos ele pensou "naquelas coisas" que aprendeu na igreja. Mas, logo sua mente esvaziou-se.
Toda sua vida ele dizia:
— O verdadeiro homem vive, não ora.
De acordo com o jeito que vivia, ele morreu, sem orar.
Nos fundos infernais da eternidade veio uma gargalhada sinistra. O grande engano funcionou mais uma vez!

A satisfação sexual está intimamente relacionada com a fé religiosa. Com admirável frequência, notamos que, quanto maior a intensidade das convicções religiosas de uma mulher, mais probabilidades há de ela satisfazer-se sexualmente no casamento.

Robert J. Levin na revista norte-americana Redbook
Porque existe tanta imoralidade, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido. O homem deve cumprir o seu dever como marido, e a mulher também deve cumprir o seu dever como esposa. A esposa não é dona do seu próprio corpo, pois ele pertence ao marido. Assim também o marido não é dono do seu próprio corpo, pois este pertence à esposa. Que os dois não se neguem um ao outro...(1 Coríntios 7.2 a 4)
Fonte: Histórias Evangélicas Volume 2

Se o amanhã não vier....


A mensagem teria sido deixada pelo marido de uma aeromoça vítima do acidente do avião da TAM, ocorrido em São Paulo que se chocou contra um prédio da empresa ao lado do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, e pegou fogo, no dia 17 de julho, causando a morte das 187 pessoas a bordo e de outras que estavam no solo.


Eis o texto:
Se o amanhã não vier....
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir,
Eu aconchegaria você mais apertado, E rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta,
Eu abraçaria, beijaria você, e chamaria de volta,
Para abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em oração,
Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua,
Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer:
Eu te amo ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
“Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia.” É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão,


E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.
É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro: “Eu te amo”. E certamente, haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: “Posso te ajudar em alguma coisa?” Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, eu gostaria de dizer o quanto amo você, e espero que nunca nos esqueçamos disso.


Fonte: Apostila Casados em Cristo 2011

Crê Somente!


Tendo Jesus passado de novo no barco para o outro lado, ajuntou-se a ele uma grande multidão; e ele estava à beira do mar.  Chegou um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo e, logo que viu a Jesus, lançou-se-lhe aos pés.  e lhe rogava com instância, dizendo: Minha filhinha está nas últimas; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva. Jesus foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava. (Lucas 5:21 – 24)

Em seu ministério terreno Jesus realizou muitos milagres, ele curou varias enfermidades, ressuscitou mortos, expulsou demônios, multiplicou pão, transformou água em vinho e como diz o final do evangelho de João fez tantas coisas que faltariam livros para relatar. O capitulo 5 de Marcos nos relata mais uma sequência de milagres, começa na cura do endemoninhado geraseno, a cura da mulher do fluxo de sangue e a ressurreição da filha de Jairo que nos chama atenção nesse dia.

O texto nos conta que Jesus estava retornando de Gadara, onde curou o endemoninhado e grande multidão o seguia, então  Jairo foi ao seu encontro, diz a palavra que ele era principal da sinagoga, era um homem conhecido e respeitado, quando observamos o texto entendemos que Jairo não teve trabalho para  chegar até Jesus, pela sua posição social  e o cargo que ocupava, com certeza ele foi na direção de Jesus e as pessoas abriam espaço e podemos ver a diferença da ação do povo quando a mulher de fluxo de sangue tentava se aproximar de Jesus, ninguém abriu espaço, pois ela era somente mais uma na multidão, só que Jairo não ele tinha uma reputação e o povo o conhecia, e aprendo algumas coisas com isso.

A posição social de Jairo, não poderia trazer de volta sua filha, somente Jesus poderia fazer esse milagre. A mulher de fluxo de sangue não tinha mais dinheiro estava enganada pelos médicos e só Jesus poderia fazer a obra COM DINHEIRO OU SEM DINHEIRO TODOS PRECISAM DE JESUS.

O encontro de Jairo com Jesus é marcado pela atitude daquele homem, PROSTROU-SE AOS  PÉS DE JESUS E O ADOROU, a mulher de fluxo de sangue se arrasta e toca nas vestes, PROSTA-SE, não importa quem seja “TODO JOELHO SE DOBRARA E TODA LINGUA CONFESSARA QUE JESUS CRISTO É O SENHOR”.

Jesus fala para Jairo CRE SOMENTE, aquele  homem acreditou nas palavras do mestre e recebeu a vitória, vendo a ressurreição de sua filha, a mulher do fluxo de sangue havia colocado algo em seu coração “SE EU APENAS TOCAR NA ORLA DA SUA VESTES SEREI CURADO”, ela acreditou o sangramento acabou pois a cura do Senhor veio sobre a vida dela.

A bíblia diz “TUDO É POSSIVEL AO QUE CRÊR”, então querido não sei o que está morto ou o que sangra na sua vida, mas se você PROSTRAR –SE e CRER SOMENTE, Deus vai fazer o milagre.
Tenha uma semana abençoada.

Pastor Sebastião Luiz Chagas     

Um abraço



Uma jovem de Nova Orleans sentou-se uma vez ao meu lado no avião. Quando soube que eu me interessava pelo assunto dos abraços, contou-me que havia crescido numa família de costumes rigorosos, onde não existia o hábito de abraçar.
- Quase nunca nos tocávamos — afirmou ela.
- Por isso, quando comecei a sair com o meu namorado, nunca o abraçava.
- E ainda se priva dos abraços?
- Oh, não — disse ela rindo.
- Que a fez mudar?
Uma bela tarde, ela passeava com o namorado por um pontão de madeira ao longo do Mississipi. Ele tinha trazido uma máquina fotográfica e sugeriu que fizessem umas poses juntos para tirarem umas fotos perto do rio.
Montaram a máquina no passeio e depois desceram pelas rochas que levavam ao rio. Numa tentativa de se despachar para se pôr em posição a tempo, antes que a câmara disparasse, ela tropeçou e caiu, torcendo o pé.
A câmara disparou e apanhou-a sentada nas pedras. Quando voltou para o passeio com Brad, sentia fortes dores no tornozelo. Tinha feito um entorse e teve de atravessar todo o pontão a coxear, com ele a ajudá-la em cada passo que dava.
- Ele tinha o seu braço à volta da minha cintura e as nossos quadris estavam pressionadas um contra o outro. Eu tinha o braço à volta do seu pescoço.
Sentia tantas dores que nem pensava no que estava fazendo. De poucos em poucos metros, tínhamos de parar. E, de cada vez que parávamos, ficávamos ali ao sol, apoiados um no outro, quadril com quadril, lado a lado.
As pessoas passavam e sorriam-nos. Viam em nós um casal de namorados a aproveitarem juntos um momento de paz. Mal eles sabiam como eu estava a sofrer.
Quando alcançaram a Decatur Street para apanhar um táxi, tinha passado uma hora.
—Durante aquela hora, eu aprendi algo sobre o abraço que não voltaria a esquecer. Descobri o prazer de estar em contacto com alguém que se ama, mesmo se for só num abraço de lado.
Na verdade, quando paramos à frente do navio Natchez, pedimos a alguém que tirasse uma fotografia nossa assim. Ainda a tenho. Aparecemos com os braços à volta um do outro, naquele abraço de lado.
Sempre que ele se quer lembrar do dia em que a nossa relação ficou séria, caminhamos abraçados de lado. É uma maneira engraçada de lembrar a forma como eu me libertei de uma infância de privação de abraços.
Autor desconhecido

domingo, 29 de janeiro de 2012

JESUS, NÃO VOLTE AGORA!


“Desde agora, a coroa da justiça está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, dará naquele dia a todos os que amarem a sua vinda.” (II Timóteo 4:8)

JESUS, NÃO VOLTE AGORA!


“Senhor, estou muito preocupado com a tua volta. Alguns dos sinais que indicaste estão se cumprindo e já há muitos teólogos e pregadores que falam abertamente sobre a proximidade de tua segunda vinda. Por isso, ò Mestre, apresso-me a escrever para te suplicar: NÃO VENHAS AGORA! Estou metido em muitos negócios que não podem ser interrompidos no pé em que estão; deixa que primeiro eu solucione alguns problemas e depois podes voltar. Mas não voltes num dia chuvoso ou frio, pois em dias assim eu gosto de ficar em casa revendo fotografias, lendo um livro romântico ou ouvindo músicas antigas. Peço-te também que não venhas num dia de muito calor, porque será muito difícil eu sair da minha sala com ar condicionado. Por favor, Mestre, não voltes quando eu estiver gozando minhas férias, para não interromperes esses meus momentos tão raros de alegria; também não voltes num Domingo à tarde, porque eu gosto de ficar vendo televisão. Se não estou sendo importuno, Senhor, rogo-te que não voltes enquanto eu não terminar a decoração do meu apartamento e que também não chegues à noite, porque depois que instalei ar condicionado, durmo um sono tão pesado que não consigo acordar cedo nem aos domingos para levar as crianças na Igreja. Seria ótimo se não viesses na hora em que estou fazendo negócios, pois talvez não fosse gostar de ver que preciso lançar a menos por causa dos impostos, sabe como é que é: nesse mundo quem quiser ser muito honesto não vai pra frente. Por favor, Mestre, avise-me uns dias antes da tua vinda, para que tenha tempo de procurar o tesoureiro da Igreja a fim de por em dia minhas contribuições, e também porque eu gostaria de fazer as pazes com o Siqueira e me desculpar com a Maria Clara pelas coisas que eu disse a ela. Também gostaria de ter tempo de devolver aquele dinheiro que ganhei na transação com o televisor. Se puderes me avisar com uns meses de antecedência, ficarei muito grato, porque poderei por tudo em ordem e terminar a leitura do Evangelho de Lucas, que comecei quando me converti, há seis anos. Sugiro ainda que avises o pastor com antecedência, para que ele anuncie na Igreja, pois sei de muita gente que também precisa se  preparar para a tua volta. Certo de que me atenderás, aproveito o ensejo para hipotecar toda minha lealdade à tua causa. Cordialmente...”

Talvez nenhum de nós tenha coragem de escrever e assinar uma carta deste tipo. Mas infelizmente muito do seu conteúdo permeia nossas mentes e corações. A verdade é que, se possível, gostaríamos de viver aqui neste mundo para sempre e nem queremos pensar na possibilidade de partir e estar com Cristo.
Esta constatação nos remete à dura realidade que enfrentamos em nossos dias: não amamos Jesus como deveríamos! E este é único problema que precisamos resolver... Feito isto, o tema da nossa carta e o clamor do nosso coração será: MARANATA, VEM SENHOR JESUS!

 

Pr. Gerson Moura Martins

pastorgerson@terra.com.br

sábado, 28 de janeiro de 2012

Culto na Direção Jovens e Adolescente





Terremotos



Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer.
Ele respondeu ao Rei: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida "terremotos" avassaladores, como o de Lisboa no século XVIII. A catástrofe é tão grande que muitas vezes perdemos a capacidade de raciocinar de forma simples, objetiva.
Todos nós estamos sujeitos a "terremotos" na vida. O que fazer?
Exatamente o que disse o General: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso "sepultar" o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa "esquecer" o passado. Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as "portas" abertas para que novos problemas possam surgir ou "vir de fora" enquanto estamos cuidando dos vivos e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa manter o foco no "cuidar dos vivos". Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é "a mestra da vida". Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.
Pense nisso.
(Autoria Desconhecida)

UMA COMUNICAÇÃO SAUDÁVEL



Como maças de louro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. Pv 25:11

A comunicação é uma arma poderosa para desfazer conflitos e intrigas, inimizades e contendas, aliás , uma boa comunicação evita os desencontros, não deixando que eles ocorram. Pessoas que sabem dialogar, se livram de muitos males. Com um bom diálogo se convence o contendor a desistir de seu intento maligno, e conquista-se o que se deseja.

Pensamos que nos comunicamos somente com nossa fala, mas não é assim, apenas 7% de toda nossa comunicação se dá com a fala, as demais formas são os sinais, gestos, postura corporal, a escrita, expressões faciais, e entonação de voz.

Costumo contar que se conhece quando um marido está ao telefone e não é sua esposamulher quem esta falando com ele, pela sua forma de atender com delicadeza e paciência, ao mesmo tempo que se percebe quando é a esposa pela sua grosseria com que atende. Mas com os cristãos não deve ser assim, eles já entenderam que a pessoa que merece o seu melhor tratamento deve ser o seu cônjuge.

Para uma boa comunicação não há gritos, descontroles emocionais, não há escandalos. Ouvi alguém dizer que se grito resolvesse , porco não morreria, pois basta tocar nele que já grita, e no entanto, vai pra panela. O grito é o melhor argumento de quem não tem razão.

Tenho ensinado queum cônjuge, não deve admitir que o outro grite, a não ser para pedir socorro, pois o que grita hoje, empurra amanhã, o que empurra, bate, e o que bate , a qualquer momento mata.É preciso cortar o mal pela raiz. Se acontecer, espere o momento certo, quando a poeira baixar, e calmamente conte a ele a sua decisão de não aceitar mais que grite com você, e que se acontecer irá ficar gritando sozinho, pois você deixará o ambiente. Mas se ele já está acostumado a gritar, então, gritará de novo, estará testando aquilo que você falou, então, é preciso agir, se você disse que o deixaria falando sozinho, faça isso, não importa onde estejam, seja na casa da sogra, na festa, na igreja, se gritar com você vá embora. Essa é a receita para tratar com quem não sabe dialogar sem ofender, sem gritar. Isso se chama estabelecer limites.

A boa comunicação traz crescimento para a relação. O casal deve estar aberto para conversar sobre todas as coisas, eles precisam se conhecer, seus desejos mais secretos, seus pontos de vista, as coisas que aborrecem, e aquelas que trazem
alegria. Coisas mais simples na vida devem ser conhecidas, como a cor predileta, o prato que mais aprecia, o lugar que gosta de passear, coisas simples, pois quando eu me importo em saber disso, também me importarei em conhecer coisas mais sérias, como por exemplo, o que faz o meu cônjuge feliz ? O que o tem aborrecido? O que espera da vida?

Um marido vivia descontente com a esposa por causa das roupas que eram passadas de um modo que ele não gostava, no entanto, ele nunca disse como gostaria que fossem passadas, e nem tampouco ela perguntou a ele, de maneira que toda vez que ia pegar sua roupa para vestir, acabava se irritando. Até que um dia ele não aguentando mais falou com a esposa, e ela com todo jeitinho feminino disse-lhe: Meu bem, porque você não avisou antes, eu pensei que você estava gostando do modo que eu estava fazendo, mas tudo bem, de agora em diante não vai acontecer mais.Veja que ao invés de ficar bravo, criticar o conjuge porque fez algo que não saiu do gosto, é melhor você dizer como é que gostaria que fosse seja feito, isso evitaria os desgastes desnecessários, não é mesmo? Troque as críticas e os ressentimentos por pedidos.

Fonte: Apostila Casados em Cristo

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O Pequeno do Xale Grande



(Adaptação de conto de J. Car)
O velho André era dono de uma pequena fortuna, que juntara durante uma vida de trabalho e economia. Vivia numa pequena chácara e, como era muito caridoso, repartia sempre o que possuía com os pobres.
Era seu costume dar roupas de seu uso aos pobres e nunca se esquecia de pôr um dinheirinho nos bolsos. Diziam que ele mesmo comprava roupas para dá-las aos maltrapilhos.
Certo dia, depois de uma chuva diluviana, o velho André examinava os danos causados pelo temporal, quando enxergou atrás da cerca de bambu um menino encharcado que dizia:
- Moço, moço! O senhor tem uma roupa velha para mim? Mamãe me mandou levar ovos à quitanda e a chuva me apanhou no caminho.
- Hum! Hum! fez o velho André. - Você é muito pequeno, mas, ainda assim, pode-se arranjar qualquer coisa. E levou-o para dentro de casa. Pouco tempo depois o garoto saía com umas calças enormes, enroladas nas pernas e com um xale capaz de cobrir o picadeiro de um circo! Ria feliz e despedia-se agradecido.
O velho André seguia-o com o olhar e murmurou baixinho: talvez...
A noite começava a envolver em trevas o caminho e a casinha modesta, quando alguém bateu à porta. O velho André parou de tomar sua sopa e foi atender. Era o garoto ainda envolvido pelo xale grande.
- Você por aqui?! interrogou o velho.
- É verdade, eu ainda - atalhou o menino, estendendo a mão com o dinheiro. Encontrei num dos bolsos e vim trazer. O velho André tomou o pequeno pela mão, olhou-o demoradamente e disse baixinho:
- Uma criança! Foi o único!
Era a primeira pessoa que vinha restituir o dinheiro, que sempre colocava no bolso das roupas que dava. Não demorou muito tempo e o velho André morreu. Abriram o seu testamento. Tinha legado todos os seus bens ao "pequeno do xale grande", o mais grato, o mais honesto, o mais digno!
Autor desconhecido
Enviada por: Edeli Arnaldi

Apreço, um amor que não tem preço.


“Então Isaque levou Rebeca para a barraca onde Sara, a sua mãe, havia morado, e ela se tornou a sua mulher. Isaque amou Rebeca e assim foi consolado depois da morte da sua mãe.” Gn 24:67
E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. Gênesis 25:21

A presença de Rebeca foi capaz de suprir a necessidade de amor que Isaque tinha após a morte de sua mãe. A solidão foi embora e a alegria tomou conta de seu coração, mas como todo casal, ainda havia problemas a serem resolvidos, pois Rebeca era estéril e eles precisavam de um filho. Isaque, então, tomou as rédeas do problema e tratou disso com Deus, e o fez de uma maneira tão insistente que moveu o coração de Deus e ela concebeu. Outros ícones dos Hebreus optaram por arrumar uma amante para gerarem filhos, mas não Isaque. Nesse sentido, eles simbolizam aquilo que há de melhor nos relacionamentos bíblicos, pois eles viveram numa época em que a poligamia era admissível socialmente, mas nem por isso eles se deixaram influenciar, especialmente, porque o amor deles foi algo lindo, sem terceiros, sem nada que roubasse o coração de um ou do outro, uma exclusividade total. Eu fico imaginando o quanto Rebeca deve ter se sentido amada ao ver seu marido tratando pessoalmente com Deus sobre a sua esterilidade. Naquele instante ela era, aos seus próprios olhos, a mulher mais importante do mundo. Ele poderia ter aproveitado a oportunidade para arrumar uma amante, mas não o fez, e a recompensa foi uma família não perfeita, mas próspera. Basta olhar para a vida de alguns personagens bíblicos e veremos o estrago que as amantes provocaram em suas vidas, veja Abraão e Agar, Elcana e Penina, Davi e Bate Seba, todos com sérios problemas em família, onde tragédias, conflitos e tristezas eram constantes.
A verdade é que tanto o marido como a esposa têm necessidade de se sentirem importantes para o cônjuge, eles querem ser aceitos com suas virtudes e também com seus muitos defeitos, visto que não se revestiram de perfeição e por melhores que sejam ainda não nasceram asas em suas costas, sinal que continuam humanos e não seres angelicais. Dê uma olhadinha nas costas do seu cônjuge, verifique se lhe nasceram asas, caso não encontre nada aí, além de algumas espinhas, é sinal de que ele ainda é humano e, portanto, irá precisar ser aceito como é, e de vez em quando, perdoado quando falhar.
Ter apreço por alguém fala do valor que atribuímos a esta pessoa, o quanto ela é importante para nós e o quanto nos importamos com ela, fazendo coisas para o seu bem estar.
Fonte: Casado em Cristo

A presença de Deus na vida do casal.


Assim ficou a arca de Deus com a família de Obede Edom, três meses em sua casa; e o Senhor abençoou a casa de Obede Edom, e tudo quanto tinha. I Cr 13:14


Houve um tempo em que a presença de Deus era representada pela Arca de Deus, e sempre que havia uma dificuldade, uma guerra, o povo levava a arca de Deus na frente da batalha, e Deus concedia a vitória.
Porém, por um período a arca esteve nas mãos do inimigo e depois ficou esquecida pelso filhos de Deus por longos vintes anos. Era como se dissessem: Não precisamos de Deus. Mas quando quando Davi assumiu o trono do povo de Israel, tratou de buscar a arca, e algumas coisas acabaram dando errado, pois havia umm rito para tal, que não foi obedecido e houve graves consequências para eles, e então, deixaram a arca na casa de um homem chamado Obede Edom. Essa família que acolheu a arca, a presença de Deus, em sua casa começou a receber de Deus favores, mas tantos favores e coisas extraordinárias que os vizinhos comentavam, e a notícia correu de boca em boca até que chegou no Palacio do Rei Davi.Este , por sua vez, resolveu ser também abençoado no seu reinado e tratou logo de buscar a arca na Casa de Obede Edom.
O que isso nos ensina? Que a familia que tem Deus presente no seu lar, prospera, vence as dificuldades, e as coisas caminham para o bem.
Onde Deus está ali há frutos do Espírito, como amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança e isso possibilita a boa convivência entre as pessoas. E não só isso , quando se fizer necessário um socorro no momento em que as coisas derem erradas, Ele estará ali para ajudar na solução, seja com um milagre, uma cura ou direcionamento. Essa família tem Deus ao seu lado e faz Dele o seu alto refúgio, não havendo desespero nos momentos difíceis, e as bençãos começam a chegar como o orvalho da noite, quase impercepitível, mas real.
O texto fala de Deus abençoando a família e o que eles possuiam, certamente está dizendo que tudo ali foi alcançado pelos benefícios do Pai, tudo mesmo, todas as áreas do relacionamento, de saúde, de trabalho, etc. Penso que tudo o que eles eram e tinham, recebeu um toque transformador da parte de Deus, os animais, as plantações, os negócios, os sonhos, a benção foi ampla.
Fonte: Apostila Casados em Cristo

O Alfabeto dos Sonhos



Avalie todas as estratégias para atingir os seus sonhos.
Busque os caminhos que o levarão até onde eles estão.
Considere o tempo e o nível de esforço que será necessário empreender, bem como os degraus que deverá subir e os obstáculos a serem ultrapassados.
Decida sobre como e onde começar a caminhada.
Enfrente as dificuldades sem receio e não pense em desistir dos seus sonhos.
Família e amigos serão parceiros na sua empreitada.
Ganhar etapas, uma a uma, deve ser sua prioridade a curto prazo.
Habitue-se a imaginar seu objetivo final com frequência, mantendo a prudência e a paciência para dar o próximo passo.
Ignore aqueles que tentam desencorajá-lo.
Jamais confunda desejo com necessidade. Certifique-se, para assegurar-se com certeza daquilo que deseja.
Leia, estude e aprenda sobre tudo o que é importante e que possa contribuir e facilitar o percurso do caminho.
Melhore cada vez mais as suas habilidades. Elas poderão ajudá-lo a encontrar atalhos pelo caminho.
Não tente ganhar tempo ultrapassando etapas. Suba um degrau de cada vez.
Obtenha mais paz e harmonia evitando fontes, pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos que só atrapalham.
Prepare-se para as quedas no caminho, o mau tempo e para os momentos em que poderá estar perdido no caminho.
Quem coloca seu coração nos seus objetivos, alcança-os com mais facilidade, pois o resto basta ir levando.
Recomece tudo outra vez, se for preciso, mas, não perca, jamais, os seus sonhos de vista.
Saiba que não basta dizer a si mesmo: "vou conseguir". É preciso acreditar nisso.
Tenha a certeza de que, com todos esses passos, você vai conseguir chegar onde deseja.
Um pouco de vento, um pouco mais de paciência e muita determinação, e conseguirá realizar os seus desejos.
Você é o único que pode achar que vai ganhar ou perder. A escolha é sua.
Xô para o desânimo e para a acomodação, que tentarão fazê-lo desistir no meio do caminho.
Zele por sua autoestima. Ame-se mais. Você vai chegar.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PAROU, POR QUE?



Ao ser indagado por um cristão por que parou sua carreira cristã, o rapaz falou:

- Parei por causa das fofocas, das confusões, do desrespeito...

- Mas, amigo, você pode procurar outra igreja. Nada o impede.
- Bem, na verdade, abandonei a fé. Quero dar um tempo.
Inconformado, o cristão faz-lhe mais perguntas:
- E em Jesus, amigo, quais defeitos você encontrou?
- Nenhum, respondeu o sujeito.
- E por que você o abandonou também?
- Por causa da igreja.

Era quase meio, e o cristão apontou o sol e pediu que o rapaz colocasse a mão na frente do rosto de modo a ocultá-lo, e disse-lhe:


- Vê, sua mão é pequena, porém conseguiu cobrir por completo a luz sol. Ninguém é culpado da sua traição ao nosso Senhor Jesus. Assim como a mão tem o poder de esconder o sol, a mediocridade tem o poder de ocultar a luz de Jesus em sua vida.




Não deixamos de congregar,
como é costume de alguns.
Hebreus 10.25
Autor: Desconhecido
Enviado pelo colaborador: Wilson B. Vasconcelos

UMA FOLHA EM BRANCO



Certa vez fiz o vestibular de uma faculdade de propaganda. Um dos itens era "redação livre", para a qual havia apenas um tema em comum a todos os vestibulandos. E o tema era: "Descreva o que você vê na folha anexa"

Só que a tal folha anexa, uma página de papel comum, estava em branco. A maioria, incluindo eu, virou a folha para ver se havia algo no verso. Não havia. E lá no fundo um apressadinho levantou a mão e chamou a atenção do professor: 
- Mestre, minha folha está em branco. 

O mestre só olhou por cima dos óculos, com aquele ar de reprovação. E aí todo mundo entendeu: o que era possível enxergar numa folha em branco? 

Quando as notas saíram, eu, curioso, fui perguntar ao mestre qual tinha sido o critério de avaliação. E ele me disse: 
- Quanto mais surpreendente a resposta, mais alta a nota. 

A resposta mais comum foi "Nada" e mereceu nota 4. Foram apenas duas notas 8 e uma delas até hoje mexe comigo. Alguém escreveu:

- VEJO UMA OPORTUNIDADE! 




Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
II Coríntios 5.17
Texto de Max Gehringer - Abreviado.
Revista Exame 2002 - Comédia Corporativa 

ESCOLHAS DIFÍCEIS


PRIMEIRA QUESTÃO
É tempo de escolher um presidente e o seu voto é importante.

O comportamento dos candidatos é o seguinte:
a) Primeiro candidato: É associado a políticos corruptos e costuma consultar astrólogos. Teve duas amantes, fuma um cigarro atrás de outro e bebe de 8 a 10 Martinis por dia.

b) Segundo candidato: Foi despedido do trabalho duas vezes, dorme até meio-dia, usava drogas na Universidade e bebia meia garrafa de Whisky toda noite.

c) Terceiro candidato: É um herói condecorado de guerra, é vegetariano, não fuma, bebe às vezes um pouco de cerveja e nunca teve relações extra-conjugais.

Qual Desses candidatos você escolheria? Decida antes de procurar a resposta...
- Candidato A: é Franklin Roosevelt.
- Candidato B: é Winston Churchill.
- Candidato C: é Adolph Hitler.

SEGUNDA QUESTÃO

Uma mulher está grávida. Ela já tem 8 filhos, dos quais 3 são surdos, 2 são cegos, um é retardado mental, e ela tem sífilis...  Você recomendaria que ela fizesse um aborto? Se respondeu que sim, você acaba de matar Beethoven.


Como fazer certas escolhas???
 


Porque o SENHOR dá a sabedoria,
e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.

Provérbios 2.6
Autor desconhecido.
Colaborador: Conferencista Carlos Ribeiro

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A VIDA CONSISTE EM ESCOLHAS



Mauro era um tipo de pessoa que todos adorariam conhecer. Ele sempre estava de bom humor e sempre tinha algo positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava: "Como vai você?", ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!".
 Um dia perguntei-lhe:
- Como você consegue ser uma pessoa tão positiva o tempo todo? 
- Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Mauro, hoje você tem duas escolhas: ficar de bom humor ou ficar de mal humor. Então, eu escolho ficar de bom humor. E repito esta decisão o dia inteiro, a cada instante. Se alguém me irrita ou reclama de alguma coisa, seja do jeito certo ou não, eu escolho continuar de bom humor e tentar ver o lado positivo da situação. 
- Mas, não e tão fácil assim, Mauro!
- É fácil, sim! A vida consiste em escolhas.
As palavras de Mauro não eram vazias. Ele realmente havia decidido viver de bem com a vida, e isso ficou muito bem estabelecido quando Mauro foi assaltado e levou três tiros. Por sorte, foi socorrido à tempo.
Ele conta que naquela hora tomou duas decisões:
A primeira decisão que tomou, foi que queria viver, fosse como fosse. Mesmo que ficasse paralítico, não iria desistir da vida (essa sua obstinação facilitou o serviço de toda a equipe médica que o atendeu).
A segunda decisão, foi que iria passar aqueles terríveis momentos do melhor jeito que lhe fosse possível, e foi isso mesmo que ele fez. Quando os paramédicos lhe perguntaram se era alérgico à alguma coisa, Mauro, apesar de estar sangrando e gravemente ferido, fez com que todos caíssem na risada:

- Sou alérgico a bala!



Escolhei hoje a quem haveis de servir.
Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Josué 24.15
Autor desconhecido.
Extraído do livro: Textos Selecionados, elaborado pelo Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano - IDPH

Resumida pelo Pr Ronaldo Alves Franco

CAVE UM METRO A MAIS



Derbi era um homem inquieto com a vida. Cansado de trabalhar como vendedor nos EUA, resolveu vender tudo o que tinha.
Comprou um pequeno sítio no interior do Colorado e começou a preparar o terreno para plantar.
Ao escavar o terreno ele encontrou uma pedrinha brilhante e após analisá-Ia descobriu que era ouro puro.
Com muita esperança e determinação ele chamou os seus parentes e amigos mais íntimos e formou um grupo para procurar ouro. Ele também resolveu comprar todos os terrenos vizinhos. Adquiriu máquinas e equipamentos pesados, cavou, cavou, cavou e não encontrou mais ouro. Seus parentes a amigos começaram a desanimar, pois o ouro não aparecia. Onde estava a mina?
Todos os membros do grupo, um a um, pediram de volta a Derbi o que tinham investido. Derbi ficou sozinho com um grande terreno e muitas máquinas. Ele não pretendia desistir e continuou cavando, mas suas esperanças foram minguando e também desistiu. Vendeu tudo ao primeiro que apareceu interessado naquelas terras que para ele não valiam nada.
Voltou para a cidade e recomeçou sua atividade de vendedor. Quando alguém não queria comprar, ele não insistia e logo desistia. Ele era um vendedor de seguros fracassado e infeliz. Certo dia ele leu uma notícia no jornal que lhe chamou a atenção: "Descoberta uma das minas de Ouro mais valiosa do mundo". Ele leu a matéria interessado e viu que era em Colorado e o que mais lhe entristeceu que eram as suas terras, aquelas que ele vendera por uma ninharia.
Continuou a ler o jornal e viu a declaração do proprietário do terreno: "Nós não tivemos muito trabalho para achar a mina principal. Tivemos apenas que cavar um metro a mais e pronto".
Ao ouvir aquilo, Derbi se lamentou profundamente e mandou gravar uma placa que dizia: "Na vida tudo depende de se cavar um metro a mais".
Com esta frase na mente ele saiu à luta e mais uma vez recomeçou sua venda de seguros: Em pouco tempo ele se tornou o melhor vendedor da empresa e comprou uma parte dela. Ele não ouvia mais o não como resposta. Insistia, persistia e trabalhava com otimismo. Cria que na vida tudo dependia de se cavar um metro a mais.
Não demorou muito ele comprou a empresa em que era funcionário e também suas concorrentes. Tornou-se um especialista em vendas e técnicas de vendas e um homem vitorioso.
Cria que na vida "Tudo depende de se cavar um metro a mais".


Sabendo que a tribulação produz a perseverança,
e a perseverança produz a experiência.
Romanos 5.3-4

Colaborador: N. M. B. Jr.
Fonte: O MENSAGEIRO, edição 2006,  página 5.

A GARRAFA DE VINHO



Nos alpes italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para produção de vinho. Uma vez por ano,lá ocorria uma festa para comemorar o sucesso da colheita.

A tradição exigia que nesta festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa de seu melhor vinho, para colocar dentro de um grande barril que ficava na praça central.

Entretanto um dos moradores pensou:
"Porque deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei uma cheia de água, pois no meio de tanto vinho o meu não fará falta".

Assim pensou e assim o fez.

No auge dos acontecimentos, como era de costume, todos se reuniram na praça, cada um com sua caneca, para pegar uma porção daquele vinho, cuja fama se estendia além das fronteiras do pais. Contudo ao abrir a torneira do barril, um silêncio tomou conta da multidão. Daquele barril saiu apenas água. Mas, como isso aconteceu?

Na verdade todos pensaram como aquele morador:
"A ausência da minha parte não fará falta".



"A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum" - I Co. 12: 7.

Autor Desconhecido
Fonte: O MENSAGEIRO

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

BBB na opinião de Luis Fernando Veríssimo


Luis Fernando Veríssimo
É cronista e escritor brasileiro

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB  é a pura e suprema banalização do sexo. 
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros...todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB  é a realidade em busca do IBOPE. 
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB . Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , ·visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

SÊ FIEL


Certa vez, um jovem desempregado pediu que seu pastor o ajudasse em oração e prometeu, se Deus o abençoasse, que passaria a dar fielmente o dízimo.
Deus deu-lhe um emprego. Seu salário semanal era de apenas 100 dólares, sendo o dízimo de 10 dólares, no que ele se manteve fiel e Deus o fez prosperar, fazendo-o passar a ganhar 200 dólares por semana, depois 300, 400, 500, 1000 e, finalmente, já como diretor da empresa, 2.000 dólares por semana.
Depois de algum tempo, ele enviou o seguinte telegrama ao pastor:
- Venha ver-me, por favor.

O pastor foi à sua casa e ele lhe perguntou:
- O senhor lembra do dia em que eu, orando, prometi a Deus que se ele me desse um emprego, eu me tornaria um fiel dizimista?

 - Sim, não esqueci de sua promessa, e creio que Deus também não a esqueceu, respondeu o pastor.

 - Quando fiz aquele voto, eu tinha que dizimar somente 10 dólares por semana. Mas agora meu dízimo é de 200 dólares. Já não posso dar tanto dinheiro assim para a igreja.

 O pastor fixou em seus olhos  e disse:
- Parece-me que o irmão não está querendo livrar-se totalmente da promessa que fez a Deus. Sua dificuldade em dizimar é proveniente de sua prosperidade. Mas há algo que pode ser feito agora. Podemos nos ajoelhar aqui e pedir que Deus reduza a sua renda para que seu dízimo volte a ser de 10 dólares por semana.



E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei.
Mateus 25.21
Autor: Desconhecido
Fonte: José Aldoir Taborda
Enviado pelo colaborador: Wilson B. Vasconcelos