terça-feira, 15 de novembro de 2011

É MELHOR COMER PÃO COM JESUS OU CAVIAR COM O DIABO?


“Certo funcionário de uma empresa foi chamado um dia ao gabinete do dono. Sem meias palavras, o homem foi direto ao assunto: - Estamos reestruturando a empresa e precisamos de uma pessoa exatamente do seu tipo para ocupar uma importante gerência. Analisamos a sua ficha e vimos que só há um problema com você: você é crente e o cargo é incompatível com a sua fé, de modo que você terá que fazer uma opção entre a promoção no emprego e sua religião. Mas você não precisa responder agora. Vá para casa, hoje é sexta-feira, pense, e na segunda nos diga o que foi que decidiu. Nosso irmão foi para casa envolto no manto da dúvida e naquele final de semana seu coração virou um campo de batalha entre o certo e o errado. Na segunda-feira, lá estava ele na empresa, já ansioso por encontrar-se com o dono, que perguntou-lhe: E aí? Qual é a sua decisão? Acho que vou aceitar a proposta que me fez. O patrão nem levantou a cabeça: - Então, vá imediatamente ao Departamento de Pessoal. Você está despedido! - Mas... patrão, foi o senhor mesmo que me fez a proposta! - Sim, mas, na verdade estou procurando alguém de absoluta confiança para ocupar este cargo. Se você foi capaz de tão rapidamente trair a sua consciência religiosa, quem me assegura que mais rapidamente ainda não trairá a empresa?”

É lamentável perceber que muitos chamados cristãos tem negado a sua fé para obter favorecimentos neste mundo. Isto não é novo: Gênesis 25:29-34 narra a história de um homem chamado Esaú que, em troca de um prato de lentilhas, vendeu seu direito de primogenitura, ou seja, naquele contexto, vendeu a bênção de Deus (Hebreus 12:16).

A questão é que isto nunca acaba bem... seja na ilustração acima, ou com Esaú, ou com qualquer um de nós. Sempre que escolhermos negar a nossa fé ou negociar nossos valores para levar vantagem ou deixar de ter prejuízo nas situações desta vida, não é preciso nem ser profeta para dizer o que vai acontecer...

Está escrito: “a porta que Deus abre ninguém fecha” e o contrário também é verdadeiro: “a porta que Deus fecha, ninguém abre”. Sendo assim, todo esforço de sucesso sem a bênção de Deus é inútil. O final é sempre o mesmo: decepção, sofrimento, treva, enfim, o inferno existencial.

Ouvi certa vez de uma jovem, que preferira terminar um namoro, em obediência ao Senhor: “prefiro me dar mal obedecendo, do que me dar bem desobedecendo”. Este é o espírito da coisa...

                                                                             Pr. Gerson Moura Martins
                                                                             pastorgerson@terra.com.br