domingo, 18 de setembro de 2011

IGREJA :

MELHOR LUGAR

O navio atravessava o oceano e levava, em sua carga, grande número de pássaros em gaiolas. Em pleno mar, abriu-se uma gaiola e seu prisioneiro escapou rapidamente, alçando-se no ar, muito feliz com a liberdade. E lá se foi distanciando-se do navio de modo que, não demorou muito, sua figurinha apagou-se ao longe. Que delícia de liberdade! Passadas algumas horas, para admiração e encanto de passageiros e tripulação, eis que volta o fujão. Cansado, ofegante, deixou-se apanhar sem reação e voltou tranqüilo para a gaiola. Um passageiro sabiamente observou: "O mesmo ocorre com o coração do homem em relação à religião, à igreja. Pretendem alguns libertar-se de Deus ou da igreja, mas no mar imenso do mundo sem Deus e sem paz, o coração crente volta à Igreja após descobrir que ali está o seu verdadeiro lar".

"PRIMEIRO DEUS"

Enferma, uma senhora foi ao médico. Este, depois de examiná-la, passou-lhe a receita, fazendo a seguinte advertência:
- Agora, por seis meses, repouso absoluto. Não saia de casa.
E a senhora:
- Pois é, doutor. Acontece que eu sou crente... E a igreja, como é que vai ficar?
- Ora - contestou o doutor - a igreja pode passar muito bem sem a senhora...
- Sim, eu sei - respondeu ela - mas eu é que não posso passar sem a minha igreja.

REFÚGIO

"Pois um dia nos teus átrios vale mais do que mil" (Sl 84.10).
Palavras de Eddie, famoso rádio-ator norte-americano, ao final de um programa que apresentou em Los Angeles.
"Depois das horas alegres que aqui tivemos hoje, vou me referir a algo mais sério. Há poucos dias caiu sobre nós, aqui em Los Angeles, tremenda tempestade. Como os demais, corri à procura de abrigo. Vi-me, com surpresa, no átrio de uma igreja. O mundo atual está ameaçado por algo muito mais terrível que uma tempestade. Cada um de nós precisa achar refúgio. E, since­ramente, desconheço melhor lugar que a igreja, para esse fim. Graças a Deus, vivemos num pais onde podemos adorar a Deus como e onde nos agrade. Vamos á igreja! A maior calamidade que pode sobrevir a um povo é a perda da religião. Que isso não nos aconteça. Vamos à igreja!"

DE CRISTO

Voltei à Igreja! Por quê? Porque estes anos de experiência me ensinaram que a Igreja dos remidos é a única e grande força redentora.
"O núcleo de qualquer movimento efetivo contra a guerra, contra a or­dem social baseada no espírito e no método de rebeldia, terá de ser constituí­do por aqueles que, pela graça de Deus e pela visão da cruz, renunciaram ao espírito de violência, a começar pelos seus próprios corações e, a seguir, em todas as relações da vida. Por aqueles que conhecem o extraordinário poder da oração, da humildade e do sacrifício. Por aqueles que não são impelidos pela vontade de dominar ou de destruir alguém porque Cristo vive neles. Nes­tes pontos a Igreja às vezes falha, mas, mesmo assim, não vejo outra agência que esteja fazendo o que ela faz. Foi por isso que eu voltei à Igreja."
A. J. Muste
SUA ESTABILIDADE

Quem contempla um "iceberg" batido pelas ondas não consegue, à pri­meira vista, entender como pode ele receber o impacto violento dos enormes vaga-lhões sem oscilação ou desequilíbrio. A verdade é que o "iceberg" apre­senta à flor d'água apenas uma terça parte de seu volume. O bloco maior está mergu-lhado no fundo no mar, onde não chega o embate das ondas. Assim se dá com os cristãos e a igreja: o mar é o mesmo para todos, a violência das ondas é igual; mas, diferente do mundo, a igreja está firmada em Deus. A igreja não pode, portanto, ser julgada por pequenos deslizes de alguns de seus membros

FORTE

"É forte a sua igreja?", perguntou um crente ao outro. "Sim, muito for­te!" "Quantos membros tem ela?" "Somos setenta e seis." "Só? Então é gen­te de dinheiro?" "Ao contrário, somos muito pobres..." "Como é então que sua igreja é forte?" "Ora, é porque somos todos consagrados ao trabalho do Senhor, vivemos na paz, amamo-nos uns aos outros e procuramos juntos e em harmonia fazer a vontade de Deus, pregando o evangelho e trabalhando pelo bem comum. Qualquer igreja pode ser forte dessa maneira, com qui­nhentos ou com apenas uma dúzia de membros."