sexta-feira, 26 de agosto de 2011




Um homem rico estava muito mal, pediu papel e pena e escreveu assim:
"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres."
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava ele a fortuna?
Eram quatro concorrentes.


1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:    - Deixo meus bens à minha irmã? Não!
    - A meu sobrinho.
    - Jamais será paga a conta do alfaiate.
    - Nada aos pobres.

2) A irmã p
ontuou assim o escrito:
    - Deixo meus bens à minha irmã.
    - Não a meu sobrinho.
    - Jamais será paga a conta do alfaiate.
    - Nada aos pobres.



3) O alfaiate puxou a brasa pra sardinha dele:    - Deixo meus bens à minha irmã? Não!
    - 
A meu sobrinho? Jamais!
    - Será paga a conta do alfaiate.
    - Nada aos pobres.

4) Aí veio a interpretação dos pobres:
    - 
Deixo meus bens à minha irmã? Não!
    - A meu sobrinho? Jamais!
    - Será paga a conta do alfaiate? Nada!
    - Aos pobres.

Assim é a vida.
Nós é que colocamos os pontos.
E isso faz a diferença.


"A noite é passada, e o dia é chegado; dispamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.
Andemos honestamente, como de dia: não em glutonarias e bebedeiras, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e inveja".

Romanos 13.12-13.

Autor: Desconhecido
Colaborador: Marbeny