quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Crente não mente, mas exagera… e muito!

O Pr. Renato Vargens escrevendo para o site da Abiderj nesta última quarta-feira (15/09/2010) disse que a prática da mentira por parte de alguns líderes se deve a obsessão de alguns pastores por viverem uma vida megalomaníaca. Em virtude disto, tais indivíduos, “apóstolos” da conquista e da continua vitória, fantasiam, devaneios e utopias, os quais por razões óbvias jamais se realizarão. Este definitivamente é um grande problema que a Igreja Cristã enfrenta hodiernamente, haja vista que para alguns líderes os fins justificam os meios, logo para estas pessoas vale tudo para “ganhar almas pra Jesus”, até mesmo publicar estórias de ficção e vende-las como se fossem testemunhos. Não é raro eu me surpreender com escritores que se dizem evangélicos, publicando livros com estórias extremamente ricas em detalhes, ganharem prêmio concorrendo na categoria Romance/Ficção e mesmo assim seus leitores acreditarem que estão lendo uma autobiografia e que tais estórias extremamente exageradas são testemunhos de vida dos autores. O alemão Hieronymus Karl Friedrich Von Münchausen (1720-1797), conhecido como Barão de Münchausen, tornou-se notório pelas muitas mentiras que contava. Segundo os relatos, o barão de Münchausen, era um tipo de pessoa que tinha por hábito criar estórias fantasiosas, extremamente detalhadas, os quais levavam os seus ouvintes a acreditarem nelas. Concordando inteiramente com o Pr. Renato, a impressão que eu também tenho é que valores absolutos como a verdade, deixaram de ser valorizados em detrimento dos alvos e objetivos pessoais dos profetas da modernidade. Ou seja, em prol de um objetivo individual e escuso, tudo é valido, até mesmo negociar a moral e a decência. Ora, como cristãos somos desafiados a não vivermos segundo as regras deste sistema. De maneira alguma podemos permitir que valores antiéticos e imorais conduzam nossas vidas. Na perspectiva bíblica neotestamentária jamais nos será permitido negociarmos o inegociável, nem tampouco, relativizarmos os retos preceitos da Santa Palavra de Deus. Somos chamados a verdade, para vivermos em verdade, tendo compromisso com a verdade. Mariel M. Marra Fonte:http://guerreirosdaluz.com.br/